Julho 2009 ~ CALDEIRÃO DO MUNDO ANIMAL - Animais,Peixes, Aves canada gansa EUA

Hibridos: determinantes na evolução das espécies

Geralmente, novas espécies surgem quando uma espécie se divide em duas. Isto pode acontecer por diversos motivos, como por exemplo, um certo grupo dentro de uma espécie apresentar um comportamento diferente e se isolarem dos restantes, ou então a variabilidade genética dar origem a animais com uma pequena diferença de padrões e cores no corpo, que os torne mais atractivos sexualmente, ou mais eficazes contra predadores. Imaginando estes e outros factores numa longa escala de tempo, na ordem dos milhares de anos, rapidamente nos apercebemos que a evolução acontece.

No entanto, aquilo que estamos a tratar aqui é bem diferente. Os biólogos estão agora, no século XXI, a depararem-se mais do que nunca com processos que podem alterar radicalmente vários conceitos, incluindo o de espécie e o de evolução. Ainda que menos frequente que os acontecimentos descritos no parágrafo anterior, a hibridação interespecífica teve um papel muito activo na evolução dos seres vivos, e na verdade muitos animais que hoje damos como espécies podem ter sido resultado de cruzamentos e retro-cruzamentos que ocorreram no passado entre animais que poderão já não existir. Em vez de ser uma espécie a originar duas, são duas espécies a originar uma.

A hibridação na vida selvagem sempre foi considerada extremamente rara, e por isso nunca lhe foi dada a devida importância. É precisamente isso que está a mudar. Depois dos estudos efectuados com a Lonycera Fly ou a Heliconius heurippa, utilizando Biotecnologia e análise de ADN, em que se descobriu que na verdade são espécies híbridas sem que nada anteriormente fizesse suspeitar de tal, agora olhamos para os animais de modo diferente. Sabemos que os Ligres são hibridos de leões com tigres, mas não haverá a hipótese de tanto os leões como os tigres serem hibridos férteis de antepassados felinos, e que ao sobreviverem formaram estas linhagens de espécies? Podemos saber isso? Bem, na verdade é muito complicado quando as espécies parentais já não existem. Só podemos testar fidedignamente eventuais hibridos com parentais suspeitos que ainda existam. E mesmo assim, testar todas as espécies conhecidas é utópico (já sem referir que grande parte das espécies existentes não as conhecemos). Como será de esperar, toda esta confusão leva a que a taxonomia se torne cada vez mais um labirinto.

Zonkey Percebemos então que o impacto dos processos de hibridação ao longo da história da Terra pode ter introduzido várias novas espécies no reino animal. Para que um híbrido se possa tornar numa nova e completa espécie, é necessário um certo conjunto de factores naturais, e que por não acontecerem simultaneamente de forma constante, é que os hibridos não são tão frequentes como a evolução “natural” das espécies:
1) Tem de haver duas espécies diferentes mas preferencialmente pertencentes à mesma família;
2) Se as duas espécies que serão as parentais não partilharem habitats, têm de ocorrer alterações (como a temperatura, a precipitação, a abundância de alimentos, etc) que as juntem nos mesmos espaços, e estejam activos preferencialmente ás mesmas horas do dia;
3) Não pode haver agressividade ou competição entre as espécies quando no mesmo habitat;
4) Ambas as espécies têm de ser sexualmente atractivas, uma para a outra, e terem uma constituição física propícia ao “encaixe”, de forma a acasalarem;
5) O híbrido resultante tem de ser viável (uma estrutura cromossómica que lhe permita viver sem qualquer tipo de deformação) e ser fértil (capaz de dividir os seus cromossomas para originar células reprodutoras);
6) Devem nascer mais hibridos e deslocarem-se para um nicho ecológico distinto das espécies progenitores, de forma a evitar retro-cruzamentos, o que “diluiria” a geração híbrida, até se tornar imperceptível, 5 a 7 gerações depois;
7) No novo nicho, devem estabelecer-se e cruzarem-se entre si, originando novos indivíduos com ambo fpggiqbc. canadá ganso usas os progenitores da mesma espécie híbrida, e portanto geneticamente idênticos a estes. Várias gerações depois (entre 50 a 60), está constituída uma nova espécie.

Borboletas hibridas

Todos os estudos estão a apontar para que, de facto, a hibridação seja à escala global e tenha ocorrido em toda a evolução dos seres vivos, especialmente insectos e peixes (que evoluem muito mais rapidamente). Por exemplo, a Lonycera Fly evoluiu numa nova espécie “apenas” nos últimos 250 anos, o que geologicamente é pouquíssimo tempo. A evolução desta foi tornada possível com as plantações de Lonycera na América do Norte, que lhe proporcionaram um nicho ecológico distinto das espécies de mosca parentais.

E este é um ponto importante para ser abordado. Os seres humanos, ainda que muitas vezes sem essa intenção, aceleram o processo de hibridação, destruindo habitats e criando outros; extinguindo espécies e consequentemente cadeias alimentares. Duas espécies ameaçadas podem reproduzir-se e formar hibridos, que com sorte serão mais aptos a sobreviverem na actualidade. Também as consequências da nossa poluição, como o aquecimento global, está a fazer migrar espécies para zonas que não fazem parte da sua rota original, e desse modo nascem hibridos como o urso polar/pardo.

No entanto, e sendo um acto cada vez mais frequente, donos e criadores de animais em casa estão a cruzar espécies para criarem hibridos. Os peixes são os mais fáceis para hibridar, apesar de agora se ver muito a escolha de cobras, lagartos, algumas aves e roedores para o efeito. Logicamente estes processos são contestados, sendo uma interferência directa com a natureza, já que espécies diferentes são juntas no mesmo espaço e são criadas condições artificiais de forma a acelerar o acasalamento entre ambas. Ainda que por norma estes híbridos sejam mantidos em cativeiro, a introdução dos mesmos em ambiente selvagem poderia trazer consequências graves, caso se estabelecessem como nova espécie. A selecção artificial já existe há muito para aperfeiçoar uma espécie (já que apenas indivíduos fortes, produtivos ou com uma característica que pretendemos é que são cruzados entre si), mas neste caso envolve duas espécies distintas para formar uma não existente. Por sua vez os criadores de híbridos têm cada vez mais um argumento a seu favor: se as evidências de híbridos na natureza aumenta de estudo para estudo, não se pode considerar um processo anti-natural mas sim evolucionista. Fica ao critério do leitor.

Carlos Gandra para o Mundo dos Animais, 2007
Imagens: Zhao Yunhua | scienceblogs.com | Wikipédia | National Geographic | alljoneses.com | newscientist.com Read the rest of this entry »

Animais Onívoros

16:40 Caldeirão do Severo

Fonte:Brasilescola
Lobo guará: exemplo de animal onívoro

Provavelmente você já sabe que animais carnívoros são aqueles que se alimentam predominantemente de tecidos animais e os herbívoros, de plantas ou de algas vivas, inteiras ou apenas algumas partes.

Entretanto, há animais que obtêm o alimento destas duas fontes (animal e vegetal) e, desta forma, são classificados como onívoros. Algumas espécies de ursos têm animais de pequeno porte, larvas, folhas e até mel como parte da dieta. O lobo guará também adota esse hábito sendo, inclusive, responsável pela dispersão das sementes de uma planta que, por este motivo, é popularmente conhecida por lobeira. Ema, jabuti, girino, porco, sagui, e algumas espécies de peixes, crustáceos e besouros, são outros exemplos.

O ser humano é considerado, também, onívoro, embora muitos acreditem que o hábito de comer carne está mais ligado a uma questão cultural, já que nosso sistema digestório é mais semelhante ao de herbívoros (capacidade estomacal menor e acidez maior; intestino longo, dentes caninos de tamanho menor, saliva com enzimas digestivas, dentre outras características). Entretanto, sabe-se também, por exemplo, que a variedade da flora intestinal de nossa espécie é semelhante à de onívoros, mesmo no caso de pessoas vegetarianas (aquelas que não se alimentam de carne).

Onívoros possuem músculos faciais reduzidos; dentes incisivos curtos, caninos longos e curvos, e molares agudos ou chatos; geralmente engolem a comida por inteiro; não possuem enzimas digestivas na saliva; o pH estomacal é menor ou igual a 1; o intestino delgado é curto; a urina é bastante concentrada e as unhas são afiadas.

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola

Read the rest of this entry »

Proibido o sacrifício de animais pelos CCZs, Canis Públicos e congêneres no Estado do RS

13:10 Caldeirão do Severo

Fonte: Tribuna Animal
O Diário Oficial publicou, nesta quarta-feira (1), a sanção da Lei 13.193, de autoria do deputado Carlos Gomes, que proíbe o extermínio de cães e gatos pelos órgãos de controle de zoonoses e canis públicos no Rio Grande do Sul. A exceção é feita em casos de necessidade por irreversibilidade de eutanásia e às instituições com fins de ensino e pesquisa. Entre as medidas estabelecidas pela nova lei destacam-se a identificação, registro, esterilização cirúrgica, adoção, além de campanhas educacionais de conscientização.

Aprovada por unanimidade no legislativo gaúcho, a lei deverá ser regulamentada pela Secretaria Estadual da Saúde. "É uma conquista do parlamento, das associações de defesa dos animais, e de toda a sociedade gaúcha, pois trata-se de uma medida, acima de tudo, de saúde pública", explicou Carlos Gomes. O deputado também é autor da lei que permite o transporte de cães e gatos em ônibus intermunicipais do Rio Grande do Sul.

http://www.deputadocarlosgomes.com.br/index.asp

PROJETO DE LEI Nº 154/2008
Deputado(a) Carlos Gomes
http://www.amorviralata.com.br/noticias/pl154.pdf Read the rest of this entry »

A Odisséia dos Leões terminou

13:03 Caldeirão do Severo

Fonte: tribuna animal
Se eles pudessem falar contariam a história terrível de suas vidas, porém, seus corpos e sua ansiedade são a única linguagem que nos pode mostrar a insanidade de humanos maltratando animais em circos que nunca deveriam ter existido.

Eles chegaram de noite, depois de 2.500 km de viagem, três dias infernais, praticamente sem comer, após anos naquelas malditas gaiolas que nem lhes permitiam movimentar-se. Nesta manhã, dia 1° de julho, foram transferidos da gaiola-prisão para uma gaiola de transporte do Santuário, que podia entrar nos recintos.

Os machos estão magros, brigam entre eles, se machucam mais quando algo de comida existe para dividir. A fêmea é a que está em piores condições, tivemos que separá-la e a colocamos em um dos recintos onde Guga e seu grupo morou vários anos, que agora não é mais usado, já que temos que dar a ela um tratamento especial, para recuperá-la.

Quando lhes damos comida devoram em um instante e pedem mais. A fome que passaram deve ter sido homérica. Os corpos deles machucados, a leoa sem a ponta do rabo, possivelmente foi comida pelo macho, são as provas evidentes do que denunciamos cada que vez que recebemos um animal de circo.

Muphasa, Simba e Sabrina, sobreviventes jovens de um terrorismo humano contra animais indefesos, podem agora descansar e viver em paz. Seus irmãos da floresta, os chimpanzés do Santuário, que hoje viram Sabrina de perto, ir morar em sua antiga casa, os recebem com os braços abertos, para que nunca mais sofram nas mãos de ninguém.

Divulgação/ Projeto GAP


Dr. Pedro A Ynterian
Presidente, Projeto GAP Internacional
Notícias do GAP 01.07.2009 Read the rest of this entry »

Aranha

12:27 Caldeirão do Severo

Fonte:Brasilescola
Reino: Animália
Filo: Arthropoda
Classe: Arachnida
Ordem: Araneae

A aranha é um animal artrópode onde existe cerca de 40.000 espécies. É diferente dos insetos por conter oito pernas, não possuírem asas ou antenas e por produzirem teia. A maioria das espécies de aranhas é venenosa, mas há aquelas que são inofensivas e grandes aliadas para eliminação de pragas.

As aranhas venenosas podem matar insetos, pequenos roedores e animais sendo que poucas espécies são nocivas ao homem. As aranhas só atacam quando machucadas ou assustadas.
Existem três tipos de venenos: os neurotóxico, proteolítico e homolítico. Os neurotóxicos atingem o sistema nervoso e causa muita dor podendo causar morte por asfixia. Os proteolíticos agem sobre a pele e músculos. Já o hemolítico destrói os glóbulos vermelhos do sangue.

O tratamento é baseado conforme a lesão e o tipo da aranha que picou, a idade da vítima, o local da picada. Ao ser picada, a vítima precisa o quanto antes procurar ajuda médica. O médico por sua vez irá aplicar soro antiaracnídico e analgésicos no local da picada para diminuir a dor. Read the rest of this entry »

Araponga

11:33 Caldeirão do Severo

Fonte: Brasilescola
Reino: Animália
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Tyrannidae
Subfamíllia: Cotinginae
Gênero: Procnias

A araponga é uma ave de canto alto e estridente que lembra o trabalho de um ferreiro. É um pássaro nervoso, briguento e assustadiço. Os machos protegem seus territórios nas árvores, eles têm um espaço alto onde cantam e um baixo onde acasalam e não permitem que outro macho se aproxime. Seu canto é usado para atrair a fêmea e pelo canto ela escolhe o macho. O macho se encontra com a fêmea no galho baixo do acasalamento e grita forte na frente da fêmea, se ela aceitar seu grito eles acasalam. O macho volta para o galho alto onde se põe a cantar novamente e se aparecer outra fêmea ele repete o ritual do acasalamento.

O macho tem a penugem mais bonita e atraente que da fêmea e isso sempre fez com que somente o macho fosse criado em cativeiro. Há pouco tempo começaram a incentivar a criação de casais em cativeiro para que a procriação seja feita.

A criação em cativeiro deve ser feita com bastante higiene, pois as arapongas são aves delicadas. A má higiene do cativeiro pode acarretar problemas para a ave como: doenças pulmonares manifestada por respiração difícil e movimentos na cauda, fungos na garganta manifestada por respiração difícil sem movimentos na cauda, problemas intestinais e coccidiose.

A alimentação da araponga é à base de frutas como banana, uva, mamão, tomate entre outras. Podem ser servidas puras ou com ração de sabiá polvilhada por cima.
Hoje a araponga está na lista de animais em extinção pelo fato de ser bastante caçada e por ser mantida em cativeiro sem reprodução. Read the rest of this entry »

Arau-gigante

11:27 Caldeirão do Severo

Fonte: Brasilescola
Araus-gigantes só podem ser vistos, atualmente, empalhados.

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Ciconiiformes
Família: Laridae
Gênero: Pinguinus
Espécie: Pinguinus impennis

O Pinguinus impennis é uma espécie de ave extinta no século dezenove, por volta do ano de 1845. A caça indiscriminada foi a principal causa de seu fim.

De tamanho e peso relativamente grandes, essa ave não era voadora, mas nadava com excelência, com auxílio das membranas interdigitais localizadas em suas patas. Tal hábito permitia que se alimentasse de peixes, e também escapasse de cetáceos e aves de rapina: seus principais predadores. Entretanto, em terra firme se locomovia com dificuldade, estando mais vulnerável à caça das aves de rapina e de indivíduos da nossa espécie.

Seus ovos, carnes e gordura eram apreciados como fonte de alimentação; e suas plumas utilizadas no vestuário e ornamentação. Além disso, eram requeridas como isca para a pesca de bacalhau e lagostas.

Diante de todas essas “vantagens”, a exploração marítima do Atlântico Norte potencializou a sua procura. Para piorar, colecionadores de todo o mundo, ao saberem do risco que esta espécie corria, passaram a procurá-la, a fim de complementar seus acervos, comprometendo ainda mais os poucos exemplares que ainda existiam. Assim, em 1944 o último casal foi capturado, sendo hoje apenas visto empalhado, em museus e coleções particulares do mundo afora.

Ao contrário do que pode parecer à primeira vista, não possuem relações filogenéticas com os pingüins, que, habitantes do hemisfério sul, receberam tal nome quando foram descobertos pelos navegadores que exploravam essa região, e acharam ambas as espécies semelhantes.

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola Read the rest of this entry »

Arara-vermelha-de-cuba (Ara tricolor)

11:18 Caldeirão do Severo

Fonte: Brasilescola
Ara tricolor: espécie cubana de Psittacidae.

Reino Animalia
Filo Chordata
Classe Aves
Ordem Psittaciformes
Família Psittacidae
Gênero Ara
Espécie Ara tricolor

A arara-vermelha-de-cuba (Ara tricolor), como o nome sugere, foi uma espécie que viveu na Ilha de Cuba, sendo extinta no século XIX. De tamanho diminuto, com aproximadamente 50 cm de comprimento, tanto machos quanto fêmeas possuíam coloração vermelha, com tons amarelos e alaranjados pelo corpo, e penas azuis nas asas e cauda.

O aumento da ocupação humana fez com que o hábitat desta espécie fosse modificado, dando lugar a habitações; propiciou o consumo de sua carne e ovos; e deu espaço para que fossem vendidos e utilizados como animais de estimação, sendo muitos espécimes e ovos aprisionados para este fim.

Assim, entre a década de 60 e 80, do século 19, os últimos exemplares foram mortos, causando sua extinção.

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola Read the rest of this entry »

Arara

11:15 Caldeirão do Severo

Fonte: Brasilescola
Reino: Animália
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Psitaciformes
Família: Psittacidae

A arara é um tipo de papagaio colorido. É capaz de emitir sons, imitar vozes, assoviar. Voa a curta distância, pois tem um fôlego curto. Vive em bandos pequenos na América do Sul e alimenta-se de frutas, sementes, larvas, flores e brotos. Em cativeiro, deve alimentar-se de amendoim, girassol, milho verde, banana, mamão, coco e laranja. Quando em cativeiro, a arara gosta de estar sempre acompanhada, quando fica sozinha começa a arrancar as penas do corpo deixando um local todo despenado. Gosta de brincar e é aconselhável ser adotada por famílias grandes, pois a arara não determina uma pessoa só como dona. A reprodução sexual das araras inicia aos 3 anos quando se tornam adultas. A fêmea pões de 2 a 3 ovos e os incuba por volta de 28 dias. Fazem o ninho em madeira oca e normalmente abriga somente seu corpo deixando sua cauda de fora.

As araras estão ameaçadas de extinção devido à captura ilegal e o crescimento do desmatamento. Recomenda-se que ao adquirir uma arara é bom adquirir informações sobre a procedência do animal (criador autorizado pelo IBAMA). Caso seja constatada a ilegalidade ou suspeita de captura ilegal da arara, deve-se informar as autoridades competentes.

O IBAMA autoriza criadouros comerciais da espécie Ararauna e Vermelha desde que o criadouro atenda a normas da legislação com instalações adequadas para o animal.
Uma arara adulta pode chegar a 85 cm de altura com cerca de um metro de cauda e pode viver até 40 anos aproximadamente. Read the rest of this entry »

Avestruz-árabe (Struthio camelus syriacus)

11:01 Caldeirão do Severo

Fonte: Brasilescola
Reino Animalia
Filo Chordata
Classe Aves
Ordem Struthioniformes
Família Struthionidae
Gênero Struthio
Espécie Struthio camelus
Subespécie Struthio camelus syriacus

O avestruz-árabe, Struthio camelus syriacus, era uma subespécie que habitava as planícies desérticas do Oriente Médio, no Kuwait, Jordânia, Síria, Israel e sul da Península Arábica.

Seu surgimento nos remonta a pelo menos 2000 a.C., já que existem esculturas representando estes avestruzes que datam esta época. Existem, também, descrições precisas sobre estes, escritas há consideráveis anos por naturalistas árabes medievais.

Muito procurada devido ao sabor de sua carne, qualidade do couro e exuberância de suas penas; a introdução de armas de fogo na região, devido à Primeira Guerra Mundial, aliada à perda de habitats para ocupação humana, permitiram com que o número destes indivíduos reduzisse consideravelmente.

Nos anos 20, ao ser detectado este fato, o jardim zoológico de Londres tentou fazer a incubação artificial de ovos, como tentativa de recuperar esta subespécie. Sem sucesso nesta empreitada, o Struthio camelus syriacus foi declarado como extinto em meados do século XX.

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola Read the rest of this entry »

Avestruz

10:57 Caldeirão do Severo

Fonte: Brasilescola
Reino: Animália
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Struthioniformes
Família: Struthionidae
Gênero: Struthio
Espécie: Struthio camelus

O avestruz é a maior ave que existe. É uma ave não voadora. Sua principal característica é o pescoço longo sem plumagem. Pesam de 90 a 130 kg sendo que alguns machos podem chegar até 155 kg. As fêmeas podem chegar a 2 m de altura enquanto o macho 2,7 m.
O avestruz possui pernas e coxas sem plumagens, tem a pele rosada. Quando atingem um ano e meio de idade ocorre o dimorfismo sexual, o macho possui as plumagens pretas com a ponta das asas brancas e as fêmeas com a ponta das asas cinza. Suas penas são macias e isolantes térmicos. Alimenta-se de frutos, sementes, invertebrados, insetos, répteis e pequenos mamíferos. Como não possui dentes, o avestruz engole pedrinhas para ajudar a esmagar os alimentos. Seu aparelho digestivo é semelhante ao dos ruminantes. Gostam de água, mas conseguem ficar muito tempo sem tomar, vivendo da umidade das folhas de come.

O avestruz vive em grupo de até 50 aves que vivem com outros ruminantes. Possui audição e visão bastante aguçadas podendo prever o perigo à distância. As fêmeas postam seus ovos em ninhos comunitários e cada ovo pode pesar mais de um quilo e ter 20 centímetros de comprimento, são chocados pela fêmea durante o dia e pelo macho durante a noite. O período de gestação da fêmea é de 35 a 45 dias.

Ao correr, o avestruz chega a atingir 65 km por hora fugindo de seu predador (leão), pode ferir seriamente outro animal com seu coice.
Hoje existem criatórios de avestruz que visam seu couro, sua carne, sua plumagem e seus ovos. O avestruz possui o couro mais resistente disponível no comércio. Read the rest of this entry »

Alce

10:47 Caldeirão do Severo

Fonte:Bicharada.net
Nome científico: Alces alces
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Cervidae
Género: Alces
Espécie: A. alces

Distribuição
Os Alces vivem ainda em liberdade em vastos territórios do Norte da Europa, Rússia e China, também no Centro Norte e Norte dos Estados Unidos, Canadá e Alasca.
Regra geral os alces são animais solitários e territoriais.

Estado conservação
Não está abrangido por nenhum estatuto de conservação especial, por o seu número ser abundante e ter crescido nos últimos anos.

Gestação e maturidade sexual
As fêmeas alce atingem a maturidade sexual por volta dos dois anos. O tempo de gestação dura cerca 245/250 dias, altura em que nasce em regra apenas uma cria com um peso que varia entre 10/15 kg.

Tamanho
Os alces adultos podem crescer até cerca de 3 metros e pesar mais de 600 kg.

Longevidade
Os alces podem viver até aos 20 anos, embora em cativeiro haja animais que viveram 22 anos. Read the rest of this entry »

Addax

10:37 Caldeirão do Severo

Fonte: Bicharada.net
Nome científico: Addax nasomaculatus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Artiodactyla
Família: Bovidae
Subfamília: Hippotraginae
Género: Addax
Espécie: A. nasomaculatus

Distribuição
Embora já tenha ocupado um espaço bem mais vasto no território africano, neste momento o Addax está reduzido a algumas zonas na Nigéria, Chade, Norte do Malí, Sul da Mauritânia, Sul da Líbia e alguns territórios do Sudão, onde vivem em grupos de 20/25 animais.

Estado conservação
Vulnerável

Gestação
A gestação da fêmeas Addax dura cerca de 260 dias, altura que nasce em geral apenas uma cria.

Tamanho
Este animal pode atingir o 1,6 metros de comprimento e pesar 120 kg

Longevidade
O Addax pode viver cerca de 25 anos Read the rest of this entry »

Elefante

10:21 Caldeirão do Severo

fonte:Webciencia
Nome comum do maior mamífero terrestre que vive hoje no mundo. Só restam duas espécies vivas: a asiática ou indiana, que vive na Índia e no sudoeste da Ásia, e a africana, que habita a África.
Anatomia do elefante

O elefante é um mamífero que pode viver de 100 a 120 anos. Tem o casco semelhante a unha e a tromba é a característica mais notável da anatomia do elefante. É o resultado da transformação do lábio superior e do nariz num órgão alongado, muscular e carente de ossos. Usa-a para alimentar-se de ervas e folhas ou para sugar água quando bebe. As presas do elefante, que estão profundamente encaixadas no crânio do animal, são, na realidade, dois incisivos superiores muito alongados. Elefante africano.

São animais gregórios e a unidade social é formada pela família, constituída por uma fêmea adulta e suas crias. Diversas famílias reúnem-se e formam rebanhos que variam entre quinze e trinta indivíduos; os membros dos rebanhos costumam ser aparentados e sempre são conduzidos por uma fêmea adulta, a matriarca.
Diferenças entre o elefante africano e o asiático

As únicas duas espécies de elefante que sobrevivem na atualidade se diferenciam com facilidade pelo tamanho de suas orelhas: pequenas, no elefante asiático, e muito grandes no elefante africano, mais corpulento (podem medir 1,5 m de comprimento). A tromba preênsil da espécie asiática termina num só lóbulo, enquanto que na africana existem dois lóbulos. As figuras representadas no esquema abaixo correspondem a elefantes machos e, portanto, não se observa a ausência de presas característica da fêmea do elefante asiático, já no elefante africano os dois sexos têm presas. O elefante asiático tem a frente convexa, o lombo arqueado. As duas espécies têm cinco unhas nas patas dianteiras, mas nas traseiras o elefante africano tem três e o asiático, quatro.

Elefante asiático e elefante africano.
Aprendizagem (atuação dos elefantes)

Muitos fatores externos e internos influenciam na aprendizagem, e o indivíduo precisa ter um aparelho chamado "cérebro" para aprender. Está fora de dúvida que o tamanho do cérebro é um fator decisivo na capacidade de aprender. Mas não é apenas o volume total do cérebro que importa, mas sobretudo o do córtex. A quantidade e o tamanho das células nervosas também são importantes.

Um elefante possui um cérebro de 6 kg, e estudiosos observaram que os elefantes (na Índia - onde executam tarefas úteis ao homem), se comportavam como se "soubessem" o que deviam fazer. Esses animais conheciam cerca de 24 comandos para o trabalho, mas, com um mínimo de ordens, puxavam e empurravam toras de madeira, colocando-as num caminhão.

Em testes realizados com elefantes, o animal aprendeu todas as respostas corretas, em troca de recompensa. Em todos os testes, o animal revelou também sua proverbial memória: um ano depois, lembra-se mais de 70 % do que aprendera.
Pré-História

Entre os representantes primitivos dos elefantes, estão os mamutes e os mastodontes - elefantes da Era Glacial. Dos mastodontes havia vários tipos: alguns tinham quatro presas, um par no maxilar superior e outro par no maxilar inferior. Mamute significa em língua tártara, "filho da terra". A explicação para esse nome está no fato de que os nativos da Ásia setentrional encontraram tantos desses animais sepultos na terra e no gelo que acreditaram que eles haviam sido gerados pela própria terra.
Elefante africano

* Família - Elephantidae:
* Nome Científico - Loxodonta africana;
* Peso - de 4 a 6 toneladas;
* Altura - 5 a 7 metros;
* Alimentação - (Herbívoro) capim, folhas secas, cascas de árvores e raízes;
* Tempo de Gestação - 22 meses;
* Habitat - Florestas tropicais e Savanas;
* Características - É o maior dos mamíferos terrestres dos tempos modernos. Tanto os machos assim como as fêmeas possuem no maxilar superior dois dentes incisivos (presas) prolongados. Com eles, os elefantes se defendem e procuram alimentos e sais minerais. Os machos são maiores que as fêmeas e possuem também os incisivos mais potentes. A pele é quase nua e a pequena cauda termina numa mecha.

Elefante asiático.
Elefante asiático

* Família - Primelephas;
* Nome Científico - Elephas maximus;
* Peso - de 3 a 5 toneladas;
* Altura - 2,40 a 3 metros;
* Alimentação - Folhagens, ervas, bolbos, frutos;
* Tempo de Gestação - 22 meses. Nasce uma cria, por vezes, ajudada por outras fêmeas;
* Habitat - Florestas;
* Características - São utilizados como animais de carga há séculos. Muito agressivos na época de acasalamento, devido aos altos níveis de hormônios masculinos. Os Elefantes Asiáticos são menores que os africanos, tem orelhas menores e apresentam duas protuberâncias abobadadas em cima dos olhos. Em geral as "presas" são menores.

Classificação científica

Família dos Elefantídeos, ordem dos Proboscídeos.

O elefante asiático é classificado como Elephas maximus e o africano, como Loxodonta africana. Read the rest of this entry »

Crocodilos e Outros Répteis

10:09 Caldeirão do Severo

Fonte:Webciencia
Os crocodilianos são os mais evoluídos dos répteis atuais. Incluem entre os crocodilianos, além dos crocodilos, também os oligatores, os jacarés e os gaviais.
Anatomia dos répteis

Sua anatomia interna é semelhante a das aves. São animais vertebrados e rastejantes (réptil vem do latim reptare = rastejar). Os crocodilos possuem 4 dedos nas patas traseiras. Engolem tudo por inteiro e fazem digestão com sucos gástricos. O tubo digestivo termina no cloaca, saída única para a qual confluem os condutos do aparelho excretor e reprodutor. Possuem dois pulmões, que são bolsas com paredes internas pregueadas e irrigadas por numerosos vasos sangüíneos. Estranha é a respiração: poucos movimentos na caixa torácica.

Têm quatro cavidades no coração, e os sentidos são bem desenvolvidos. Por não serem seus aparelhos respiratórios e circulatórios tão evoluídos como os das aves e mamíferos, os répteis nunca têm oxigênio suficiente para atender à demanda dos tecidos de seu corpo. Logo, a temperatura deles - variável - depende do ambiente. Seu sistema nervoso não consegue regular o calor do corpo em certo nível, por isso são chamados animais de "sangue frio".

Em matéria de inteligência, os répteis ocupam o 3.º lugar na escala animal, depois dos mamíferos e aves. O padrão do cérebro é semelhante ao dos peixes e anfíbios.

Os crocodilos distinguem-se em 13 espécies de Crocodylus. No Brasil, ocorrem várias espécies conhecidas pela designação comum do jacaré.
Diferenças entre crocodilo e jacaré

Para estabelecer a diferença entre um verdadeiro crocodilo e os diversos tipos de jacarés, é preciso olhar de perto, de modo que muita gente prefere ficar sem saber. Na verdade, a não ser pelo tamanho, a diferença não é muita. Possuem 30 ou 40 dentes, e no crocodilo, o quarto dente de cada lado da mandíbula inferior se encaixa num chanfro da mandíbula superior, permanecendo visível mesmo de boca fechada. Já no jacaré, o mesmo dente se esconde num buraco da mandíbula superior, sumindo de vista ao fechar a boca.

Filhotes de Crocodilos

É na areia que as fêmeas na maioria das espécies põem seus ovos, que são mais ou menos do tamanho de ovos de gansa e são chocados pelo calor do sol. Depois de 7 a 8 semanas, nascem os filhotes com 20 a 25 cm, que passam a se desenvolver rapidamente. Tempos depois, o crescimento passa num ritmo mais lento. O filhote recém-nascido, está perfeitamente formado na hora de sair da casca.
Proteções naturais

O crocodilo e o jacaré têm revestimento de placas córneas muito duras, ao longo do dorso e da cauda, formando um serrilhado. Não mudam de pele, mas as partes velhas e gastas são substituídas por outras. Além de sua blindagem natural, o crocodilo conta ainda com a sua cauda para se defender e atacar, quando preciso. Achatada em ambos os lados, como um remo, e muito musculosa, permite-lhe não só deslocar-se rapidamente na água, como também dar violentas rabanadas.

Suas placas ósseas, chamadas osteodermos, formam uma espécie de armadura que os protege com eficiência.
Vida de crocodilo

São predadores e têm poucos inimigos naturais, alimentam-se de presas animais vivas ou mortas. O crocodilo só ataca figuras humanas quando provocado ou quando sua fome ultrapassa todos os limites. Enterram-se no barro para hibernar ou estivar. São ovíparos e chegam à maturidade sexual por volta dos dez anos de idade.

Os crocodilídeos são dos poucos que ainda hoje conservam a maior parte dos traços físicos de seus antepassados. O Protosuchus, crocodilo pré-histórico de 200 milhões de anos atrás, era tão grande, que não hesitava em atacar e devorar até os imensos dinossauros. Mas seus descendentes têm dimensões bem mais modestas. O maior exemplar já encontrado media cerca de 10 metros de comprimento e seu corpo tinha quase 4 metros de circunferência. Era um crocodilo do tipo estuarino. Sua carcaça foi encontrada em Bengala, na Índia.

Essa é a espécie de crocodilos que atinge maior tamanho. Ao chegar à idade adulta, um estuarino de boa saúde tem aproximadamente 3 metros de comprimento. Ele não pára de crescer: quanto mais velho, mais cumprido fica. O mesmo acontece com o crocodilo do Nilo, que também se torna bem grandinho com o passar do tempo.

No Novo Mundo esses répteis não crescem tanto e, talvez seja por isso, que ninguém os chama de crocodilos. Nos EUA, dão-lhes o nome de Alligators. Na América Central e do Sul, são conhecidos por Caimans. No Brasil, o nome jacaré designa várias espécies:

* Jacaré-Açu - É o maior de todos e vive na Amazônia;
* Jacaretinga ou Jacaré-de-Óculos - Cujos olhos são rodeados por listras;
* Jacaré-de-Papo-Amarelo - Encontrado com freqüência na região que vai do rio São Francisco até o sul do país.

Todos esses jacarés americanos são muito parecidos entre si, sendo que o maior deles é o Caimans palpebrosus, que vive na América do Sul e nunca atinge além de 1,30 metro de comprimento.

Crocodilos.
Crocodilo e sua vida nas águas

O crocodilo passa grande parte da vida submerso. Consegue isso graças ao formato de sua cabeça e à disposição de suas narinas, que ficam numa pequena saliência, no topo do focinho. Seus olhos também se destacam sobre a cabeça, o que lhe permite disfarçar-se em árvore flutuante e continuar de sentinela, quando está caçando. Durante um mergulho, os olhos do crocodilo são protegidos por uma membrana transparente, uma espécie de terceira pálpebra.

Embora suas patas curtas lhe permitam mover-se com muita agilidade e rapidez em terra, o crocodilo nunca se afasta muito da água, pois possui patas fracas para ficar muito tempo fora da água.

O crocodilo costuma ficar estendido na areia das margens dos rios, tomando sol.
Caça

O crocodilo vive até os 80 anos, mas infelizmente não consegue a paz para desfrutar da vida longa, via de regra, os caçadores levam a melhor e mesmo espécies mais valentes acabam seus dias em vitrines, sob a forma de bolsas, calçados, cintos e carteiras.

Em certas regiões, os nativos nem precisam de armas. Entram na água com um pequeno pedaço de pau com as pontas aguçadas e, na hora em que o réptil chega perto e abre a boca, encaixam o bastão entre suas mandíbulas. Assim, quando o crocodilo tenta fechar a boca, a estaca se crava profundamente. O bicho se debate desesperadamente, mas seus movimentos frenéticos para desvencilhar-se da armadilha são inúteis. Pouco a pouco, vai perdendo sangue e forças, e se torna presa fácil.

Durante o dia, dificilmente se apanha um crocodilo - que é bicho arisco e malicioso. À noite, porém, ele se torna confiado; e o caçador, munido de uma lanterna, pode iluminá-lo: seus olhos têm a propriedade de refletir a luz. Tornam-se dois olhos-de-gato que servem de guia para que o caçador coloque bem o tiro, que deve acertar entre os olhos, para matar depressa e não estragar a pele, cujo valor é grande. O estranho é que os crocodilos não parecem associar o facho luminoso ao perigo: continuam boiando calmamente, por vezes, rumo à própria destruição.
Simbiose (vida em comum)

Se a boca de um crocodilo não é, certamente, um lugar acolhedor, uma pequena ave nas margens dos rios africanos dispensa qualquer problema. É a ave "Curado" (Pluviailis aegyptus), que penetra tranqüilamente na boca do animal, sem que este lhe cause qualquer dano. Esta ave vai prestar serviços ao crocodilo: elimina os restos de alimentos que se acumulam nos dentes, obtendo assim alimentação para si, farta e fácil. Em contrapartida, o crocodilo se vê livre, com grande alívio, dos sanguessugas e outros parasitas que lhe infestam a gengiva.
Classificação científica

Os crocodilos pertencem aos gêneros Crocodilus, Osteolaemus e Tomistoma, incluídos na família dos Crocodilídeos (Crocodilidae), ordem dos Crocodilianos (Crocodilia). Read the rest of this entry »

Coala

09:50 Caldeirão do Severo

Características do coala

O coala tem a cabeça grande, o focinho curto e os olhos bem separados. O nariz é grosso e achatado, e está munido de grandes narinas em forma de V, com as fossas nasais muito desenvolvidas, que meche no seu equilíbrio térmico.

Tanto os membros anteriores como os posteriores possuem cinco dedos. O polegar das patas posteriores é bastante pequeno, não sendo dotado de garras. Os outros dedos são fortes e terminam em garras alongadas. Nas patas posteriores, apenas o polegar é oposto aos outros dedos.

A pelagem é densa e sedosa, desempenha papel importante na regulação térmica e na proteção dos agentes atmosféricos. Como o coala não constrói um abrigo, dorme exposto ao sol e a chuva. A pelagem do dorso é muito densa e de uma coloração escura que absorve o calor. Torna-se mais escassa durante o verão e mais cumprida durante o inverno.

Possui um bom senso de equilíbrio e músculos possantes nas coxas, e quando escala uma árvore, a falta de cauda é compensada pelos dedos bastante largos e pelas garras muito desenvolvidas.

Coala.

Habitat natural

Os coalas e a maioria dos marsupiais só são encontrados na Austrália. Sua abundância na Austrália deve-se à separação entre aquele continente e outras massas terrestres antes que os mamíferos placentários pudessem se estabelecer ali. O coala acabou por ser vítima da caça e da destruição do seu habitat florestal. Antes da chegada do homem branco, em finais do século XVII, este marsupial ocupava uma superfície três vezes mais vasta do que a atual. Este animal foi recentemente introduzido ou reintroduzido em algumas ilhas perto da costa, bem como no interior do país. Estas novas populações foram o fruto de estudos científicos que deram valiosa contribuição para o conhecimento dos comportamentos da espécie.

Austrália - As manchas pretas indicam a presença de coalas

Mapa da Astrália mostrando a presença de coalas no páis.

Anatomia

O intestino grosso, onde, por meio de fermentação bacteriana, se dá a digestão da celulose, é muito desenvolvido. O ceco, situado no início do intestino grosso, pode atingir 2,5 metros de comprimento. Além disso, possui na parede do estômago uma glândula complexa dita cardiogástrica que desempenha papel importante na digestão.

Reprodução e gestação

A época de reprodução dos coalas dura cerca de quatro meses. Neste período, os machos sexualmente maduros exploram o seu território, atraindo as fêmeas no cio, e enchem o local de marcas odoríferas, emitindo simultaneamente um som semelhante a um mugido. As fêmeas demonstram em geral grande agressividade com relação aos machos, os quais repelem violentamente. O acasalamento, que dura alguns segundos, dá-se em posição vertical sobre um galho de eucalipto. Depois que terminada a conjunção, os companheiros se separam. O macho não se ocupa do sustento do filhote: tal coisa compete à fêmea, que só tem uma gravidez por ano e geralmente só dá luz à um filhote; muito raramente dois. A gestação dura em média 35 dias.

Coala.

Filhote

O coala é muito pouco desenvolvido ao nascer. Pesa apenas 0,5 g e tem menos de 20 mm de comprimento. O corpo é nu, cor-de-rosa e raiado de vasos sanguíneos; os olhos e os ouvidos estão fechados; a boca, as narinas e as patas posteriores são apenas um esboço. Somente as patas anteriores são suficientemente robustas para lhe permitir executar sozinho o fatigante trajeto até a bolsa ventral da genitora e ali permanecer agarrado a uma das duas mamas.

Por volta dos cinco meses e meio, a cria começa a sair do seu tranqüilo abrigo, mas não se afasta muito da mãe e, ao primeiro sinal de perigo, torna a entrar ou então emite uma espécie de vagido.

Aos 6 meses, o coala está coberto de pêlos, mede cerca de 20 cm e pesa entre 400 e 500 g. Durante os primeiros meses de vida, o regime alimentar do coala é muito especial: ele consome uma papa que é constituída de folhas de eucalipto pré digeridas que sai do intestino da mãe.

A permanência fora do refúgio vai aumentando e, aos 8 meses, torna-se definitiva. A partir daí, o jovem só enfia a cabeça no marsúpio quando tem de mamar. Durante as peregrinações noturnas, a mãe ainda o transporta sobre o dorso.

Com cerca de 1 ano de idade, o filhote está completamente desmamado. Caso se trate de uma fêmea, só irá se afastar da mãe quando for à procura de um território próprio. Mas se for macho, será expulso na época reprodutiva pelo macho residente.

Eucalipto

Fauna australiana: Eucalipto, alimento para os coalas.

O coala (Phascolarctos cinereus) vive aos pares, subindo em árvores, com atos semelhantes ao da indolente preguiça. Isso lhe valeu o nome de ursinho-da-austrália. Na língua dos indígenas locais, Koala significa "animal que não bebe". De ato, este marsupial, é bastante abstêmio: mata a sede com apenas o suco oleoso das folhas de eucalipto, único vegetal que come.

Na Austrália existem 600 espécies de eucaliptos. Estas árvores são muito importantes para a fauna do continente australiano, e sobretudo para o coala. Em média, um coala de 10 kg consome 500 g de folhas e dedica de 6 a 8 horas a esta atividade, começando as suas refeições à tarde e terminando-as ao amanhecer.

Predadores

O coala tem poucos predadores, o mais importante é o Canis dingo - um cachorro selvagem - que mata os coalas velhos ou doentes, pois um adulto de boa saúde pode feri-lo gravemente. Os aborígines caçam tradicionalmente o coala, que é uma presa fácil por causa dos seus hábitos sedentários e devido aos seus movimentos lentos. Quando pressente um perigo vindo do solo, o animal tem o costume de se esconder em vez de fugir. O coala é indispensável no regime alimentar dos aborígines. Outro fator que pode prejudicar os coalas são as muitas secas que ocorrem nas florestas do interior, ocasionando incêndios espontâneos que se propagam por zonas muito vastas.

Classificação científica

Read the rest of this entry »

Cavalo

09:46 Caldeirão do Severo

Fonte:Webciencia
Características dos cavalos

"Cavalo" (do latim caballus), é um mamífero ungulado de grande porte. Portador de uma cauda vertebral muito curta, mas prolongada por longos pêlos, o cavalo é reconhecido também pelas orelhas curtas, eretas, e a crina pendente. A dentição apresenta longos incisivos, cujo grau de desgaste indica a idade do animal, e grandes molares. Um grande casco envolve totalmente a última falange do único dedo em que termina cada membro, esse casco chega a pesar até 500 g. O cavalo é herbívoro, granívero e corredor, e não tem outra arma além dos cascos, sua rapidez e fuga evita muitas vezes os confrontos.

A fêmea (égua) tem um filho (potro ou poldro) por gestação, e essa gestação dura 11 meses.
Evolução

A evolução do cavalo foi marcada pelo aumento de tamanho, a redução e, depois, o desaparecimento dos dedos laterais, ao mesmo tempo que ocorreu o crescimento do dedo médio, a molarização dos pré-molares e o desaparecimento dos caninos.
História

A domesticação dos cavalos foi muito importante para o desenvolvimento das civilizações asiáticas e européias. Isso ocorreu a 3 mil anos atrás.

Cavalo.

Na Europa Ocidental, até a Idade Média, a posse e o uso do cavalo eram exclusivos da casta aristocrática dos cavaleiros, que o empregava na guerra, no jogo e na ostentação social. Além de seu emprego militar (cavalaria), o cavalo foi usado como animal de carga e de sela, como animal de atrelamento (carroça, charrete, barco, trenó, máquina agrícola), para bater cereais ou para a movimentação de mecanismos destinados a moer (moinho de farinha, extrator de óleo, amassador de frutas), bater os grãos ou elevar a água (nora).

No séc. XIX, a modernização da agricultura, o desenvolvimento da mecanização e o melhoramento dos transportes provocaram uma procura crescente do cavalo. A criação se organizou para responder a essa procura. As grandes raças de prestígio começaram a individualizar-se sob a dupla tutela dos haras e das autoridades agrícolas.

Os cavalos aumentaram de peso e tamanho, mas conservaram em geral sua aptidão para o deslocamento rápido, pois muitos deviam puxar, em grande velocidade, cargas cada vez mais pesadas. O cavalo foi empregado em diversos trabalhos, nas mais diversas condições, às vezes, muito duras. Porém, com bom trato, o cavalo provou ter boa adaptabilidade ao trabalho.

No Brasil, o cavalo começou a substituir o boi na aração e nos transportes no séc. XVIII e vem sendo substituído pelos meios mecânicos.
Raças brasileiras

As principais raças brasileiras são o comum, descendente do berbere (Minas, Nordeste e Rio Grande do Sul); o Guarapuara ou Guarapuavano (Santa Catarina, Paraná e São Paulo); o Mangalarga paulista, o Mangalarga mineiro e Mangalarga Marchador (este em Minas); o Pantaneiro (fixado no Pantanal há três séculos); o Crioulo (Rio Grande do Sul); o Campeiro (Santa Catarina) e o Nordestino. O rebanho brasileiro é calculado em 5,4 milhões de cabeças (1984).
Curiosidade

O Cavalo pode viver em média 25 anos, porém, foi registrado um cavalo com 40 anos.

O cavalo de corrida chega a correr até 68 km/h.

Veja abaixo algumas das principais raças de cavalos.

* Andaluz Brasileiro
* Árabe
* Crioulo
* Holsteiner
* Mangalarga
* Pura Raça Espanhola
* Puro Sangue Inglês
* Puro Sangue Lusitano
* Quarto de Milha

Coalheira

Até o séc. X, o cavalo ainda era atrelado de tal maneira que, ao puxar a carroça, ficava em perigo de morrer asfixiado. É que a coalheira era presa ao redor do pescoço, forçando a garganta durante a marcha. Desse modo, o rendimento do animal era bastante reduzido, e um cavalo não podia puxar mais de 500 kg. Quando se passou a colocar a coalheira à altura das espáduas, cresceu a capacidade de tração do cavalo.
Classificação

Família dos Equídeos Read the rest of this entry »

Canguru

09:43 Caldeirão do Severo

Fonte: Webciencia
Palavra "canguru"

"Canguru" - de um idioma australiano que significa "não sei" (através do inglês kangaroo, e do francês Kamgouru).
Habitat

Na Era Secundária, os cangurus abundavam na Eurásia, mas hoje, seu habitat restringe-se à Austrália (na Oceania) e suas proximidades. Descendem dos mais antigos mamíferos. Os cangurus podem chegar a uma velocidade de 20 a 30 km/h.
Grupos de cangurus

Dentro da família dos cangurus, podem distinguir-se vários grupos: O primeiro grupo inclui os grandes cangurus, entre os quais se destaca: o canguru-gigante (também chamado canguru-cinza) e o canguru-vermelho. As duas espécies mais conhecidas e de maior tamanho que existem; Os ualabis (ou walabis), menores e de cores mais brilhantes que as espécies grandes; Os cangurus arborícolas, animais robustos e de caudas longas, com as patas anteriores e posteriores de comprimento semelhante.
Canguru.

O segundo grupo é formado pelos: ratos-cangurus ou potorus, animais de pequeno porte, cujo aspecto lembra o de um rato. O terceiro grupo inclui uma só espécie: o rato-almiscarado-marsupial, que é um animal pequeno, parecido com um rato, com a cauda escamosa e sem pêlos.
Características dos cangurus

Entre as maiores espécies, o macho atinge a altura de 1,5 m, e a fêmea é de menor estatura. Todos os membros desse grupo distinguem-se pela presença na fêmea de uma bolsa marsupial aberta na frente, com quatro tetas no interior, das quais duas dão leite continuamente.

Os cangurus tem as orelhas grandes e móveis, as patas posteriores longas e robustas e as extremidades anteriores curtas. A cauda é grande e musculosa e o animal costuma usá-la como apoio quando caminha ou está sentado ou, ainda, como instrumento de equilíbrio quando salta.
Canguru Cinza Gigante

O Canguru Cinza Gigante (maior exemplar), habita as grandes planícies da Tasmânia e Austrália e, além de grande, anda sempre bem acompanhado, em bandos de 10 a 15, chefiados pelo mais velho de todos. Exclusivamente herbívoro, não é perigoso se ninguém o molesta. Mas quando encurralado, dá boas mordidas e desfere grandes coices com as patas traseiras. Não sendo porém caso de vida ou morte, opta sempre pela fuga rápida: cada salto que dá são 8 ou 9 metros percorridos, elevando-se a 2,5 metros de altura. Neste movimento, o impulso fica a cargo dos membros posteriores, que desenvolvem o máximo esforço.
Canguru Cinza Gigante
Filhotes

Os filhotes nascem após umas três semanas de gestação, não desenvolvidos de todo, cegos, completamente glabros (isto é, sem pêlos), com orelhas muito pouco visíveis, membros ainda curtos, surpreendem pelo reduzido tamanho: têm pouco mais de 2 cm e ficam no marsúpio até os 6 meses, sem jamais descerem em terra firme. No sétimo mês dão os primeiros passos e só depois de um ano completo se tornam independentes.
Classificação científica

* Família: Macropodídeos
* Ordem: Marsupiais
* Espécie: O canguru-gigante é a espécie classificada como Macropus giganteus; o canguru-vermelho é Macropus rufus e o rato-almiscarado-marsupial é Hypsiprymnodon moschatus. Read the rest of this entry »


canada gansa EUA

canadá ganso usa
canada goose solaris
gé sa Chanada

L'eau

L'eau est une source d'énergie et un élément indispensable à la vie. Tout ce qui est vivant sur la Terre a besoin d'eau pour survivre. La vapeur des courants océaniques contribue à maintenir la température de la surface de la planète à des niveaux tolérables. L'eau est aussi une composante de presque tout ce qui existe sur la Terre.

Les caractéristiques chimiques et physiques de l'eau sont uniques, et ses propriétés sont inusitées : elle peut exister sous forme de solide, de liquide ou de vapeur, à des températures et à des pressions que l'on retrouve à la surface de la Terre, ou à proximité. L'eau peut donc circuler dans l'océan, à travers l'atmosphère et des masses de terre solides, créant des cycles infinis que l'on appelle collectivement le cycle hydrologique, ou cycle de l'eau. La vapeur d'eau joue un rôle clé dans le cycle hydrologique, où elle agit comme constituant atmosphérique limité, mais essentiel. C'est pour cette raison que l'eau est une substance unique essentielle à la vie et un ingrédient clé de notre système météorologique et climatique.

Photo montrant le pont de la rue Centre, à Calgary, dont la moitié a été emportée par l'inondation de 1915

Source

Pont de la rue Centre détruit par l'inondation survenue à Calgary en 1915

Les conditions nécessaires à l'apparition de l'eau sur notre planète sont tellement uniques qu'elles étaient hautement improbables : en effet, il fallait que l'oxygène et l'hydrogène restent dans l'atmosphère, que ces deux corps gazeux se rencontrent et qu'en même temps la Terre soit de la bonne grosseur et à la bonne distance du Soleil.

Photo montrant une rue inondée devant la cathédrale Christ Church, à Montréal, entre 1870 et 1880

Source

Rue inondée devant la cathédrale Christ Church, à Montréal, entre 1870 et 1880

Lorsque le premier fluide est tombé du ciel, c'était de l'eau. (Sur Vénus, les nuages déversent de l'acide sulfurique concentré, un des fluides les plus corrosifs qui existent dans l'univers.)

Les Canadiens, en règle générale, ont tenu pour acquis leurs vastes réserves d'eau douce, en dépit des sécheresses des années 1930. Longtemps, au Canada, l'eau était abondante, facile à obtenir et propre. Ce fut donc un choc pour la nation d'apprendre, au printemps 2000, que l'eau de la ville de Walkerton, en Ontario, était contaminée. Une souche mortelle de la bactérie E. coli s'était infiltrée dans le système d'approvisionnement d'eau, causant prétendument la mort de cinq à onze personnes.

Photo montrant des gens qui se déplacent en chaloupe autour des wagons sur le terrain inondé de la gare Bonaventure, à Montréal, en 1866

Source

Inondation à l'ancienne gare Bonaventure du chemin de fer Granc Tronc, à Montréal, en 1866

L'eau de la Terre peut avoir une puissance terrifiante et assez de force pour emporter des vies et des structures solides, et défigurer des paysages. Avec le temps, l'eau parvient à user n'importe quelle surface. Les effets menaçants de l'eau, qui se manifestent sous forme d'inondations ou de tsunamis, ont causé d'épouvantables catastrophes au Canada. Les victimes de ces catastrophes ne comprendraient que trop bien ce passage de Shakespeare, dans Le roi Lear :

Pauvres indigents tout nus, où que vous soyez,

Vous que ne cesse de lapider cet impitoyable orage,

Têtes inabritées, estomacs inassouvis,

Comment, sous vos guenilles trouées et percées à jour,

Vous défendez-vous contre des temps pareils?

- Le roi Lear, acte III, scène iv

Photo montrant l'inondation survenue en 1951 au port de Hay River, dans les Territoires du Nord-Ouest, 1951

Source

Inondation à Hay River, dans les Territoires du Nord-Ouest, en 1951

Enquêtes sur les naufrages

L�exposition en ligne intitulée Enquêtes sur les naufrages propose un voyage à travers quelques-unes des ressources exceptionnelles de Bibliothèque et Archives Canada.

 
Introduction || À propos de SOS! Les catastrophes au Canada
Livres et liens || Ressources pédagogiques || Commentaires
Enquêtes sur les naufrages : Bibliothèque et Archives Canada || Droits d'auteur/Sources

On estime que d'ici 2020, le marché mondial de l'eau devrait représenter mille milliards de dollars d'ici 2020. Grâce à ses capacités de R-D de calibre mondial, à ses faibles prix de revient, à son accès à une main-d'œuvre de pointe, à ses généreux programmes d'encouragement gouvernementaux et à son accès garanti aux marchés, l'Ontario, Canada est l'endroit où faire germer vos idées et répondre à cette demande.

L'Ontario, Canada est un chef de file mondial de la R-D en matière de technologies de l'eau

L'Ontario offre un écosystème de technologies de l'eau de calibre mondial qui comprend ce qui suit :

  • 900 entreprises dans le secteur de l'eau;
  • 300 concepteurs de technologies de l'eau en phase de démarrage;
  • 100 incubateurs de technologies;
  • 22 000 employés du secteur de l'eau;
  • 42 chaires de recherche canadiennes vouées à l'eau.

Un grand nombre des plus grandes sociétés d'approvisionnement en eau au monde ont choisi de s'établir en Ontario pour profiter des atouts de la province en matière de R-D – notamment American Water, Danaher, GE Water and Process Technologies, Nalco, Siemens Water Technologies, Suez Degrémont et Veolia Water. Ici, l'innovation prend vie – et vous devriez en faire partie.

Les trois décennies consacrées à l'innovation technologique en Ontario ont permis l'approvisionnement en eau propre dans certains des milieux industriels et urbains les plus difficiles au monde. Bon nombre des plus importantes percées ont été réalisées en Ontario, au Canada. En fait, deux des principales technologies mondiales – la désinfection par rayonnement ultraviolet et la filtration sur membrane – ont été mises au point en Ontario.

Chaque année, plus de 14 milliards de dollars sont dépensés en Ontario dans la recherche menée par le secteur, les universités et le secteur privé. Si vous cherchez des incitatifs en matière de R-D et des programmes gouvernementaux, l'Ontario offre l'un des meilleurs ensembles de mesures d'encouragement au monde. Ainsi, vous êtes sûr de favoriser l'innovation de la manière la plus économique possible.

Hausse de la demande mondiale pour les technologies de l'eau - Infographie

Télécharger la version accessible (format PDF - 284,32 KB)

Les initiatives de R-D et d'innovation de l'Ontario portent sur tous les aspects des problèmes de la qualité de l'eau à l'échelle mondiale

Les sociétés de traitement des eaux usées et d'approvisionnement en eau potable représentent 75 % de la R-D du secteur de l'eau de l'Ontario.

Dépenses en R-D par sous-secteur (%)
Sous-secteur Proportion des dépenses en R-D (%)
Eaux pluviales 10
Eau de source 5
Eau potable 23
Eaux usées 52
Services et catalyseurs 4
Autre secteur 5

Les sociétés de technologies, de traitement de l'eau, d'assainissement des eaux usées et d'ingénierie ont engendré plus de 90 % des dépenses en R-D dans le secteur de l'eau de l'Ontario.

Dépenses en R-D par activité commerciale (%)
Activité commerciale Proportion des dépenses en R-D (%)
Société de technologie, de produits ou de services 50
Entreprise d'approvisionnement en eau ou de traitement des eaux usées 23
Fabricant de produits chimiques 2
Laboratoire 0
Société d'ingénierie ou d'experts-conseils 19
Construction / entreprise générale 2
Formation et fonctionnement des installations 0
Autre 4

Engagement à l'égard de l'innovation

En 2010, le gouvernement de l'Ontario a adopté la Loi de 2010 sur le développement des technologies de l'eau et la conservation de l'eau pour aider à soutenir la commercialisation des technologies innovantes de traitement et de conservation de l'eau, des eaux usées et des eaux pluviales.

Il a également créé l'organisme Water Technology Acceleration Project (WaterTAP) (en anglais seulement) pour promouvoir et appuyer l'Ontario en tant que carrefour mondial des technologies de l'eau. L'organisme utilise son expérience du secteur privé pour aider les entrepreneurs du domaine des technologies de l'eau, les services publics et les investisseurs à établir des relations et à trouver les ressources dont ils ont besoin pour contribuer à répondre à la demande mondiale croissante de solutions en matière d'eau saine. WaterTAP facilite l'accès à de nombreux programmes de financement novateurs, dont :

  • Programme Soyez prêts à commercialiser de l'Ontario : Le programme finance directement les premières étapes de commercialisation par des sociétés en démarrage. Pour plus de détails, consultez le site des Centres d'excellence de l'Ontario.
  • Fonds d'accélération des investissements (en anglais seulement) : Le programme du FAI du Centre de la découverte MaRS a été créé en 2007 dans le but d'aider à créer et à renforcer des entreprises ontariennes en versant des fonds de démarrage dont les conditions permettent d'attirer des investisseurs futurs.

Ce ne sont que deux des programmes d'encouragement que l'Ontario offre. Pour obtenir la liste complète, veuillez consulter le site Web sur les programmes d'encouragement de l'Ontario.

Apprenez-en davantage sur l'expertise de l'Ontario en matière d'eau saine

MaRS (en anglais seulement)
Centres d'excellence de l'Ontario
Agence ontarienne des eaux
Ontario Environmental Industry Association (en anglais seulement)
WaterTAP (en anglais seulement)
The Water Institute (en anglais seulement)
Réseau canadien de l’eau
Consortium pour l'eau du sud de l'Ontario

Bénéficier des taux d'imposition et des prix de revient les plus faibles parmi les pays du G7

Faibles taux d'imposition des sociétés

Selon l'étude Choix concurrentiels 2016 de KPMG, l'Ontario a l'un des taux d'imposition des sociétés les plus concurrentiels à l'échelle internationale.

Le taux d'imposition des sociétés (taux fédéral et provincial combinés) de l'Ontario est inférieur au taux moyen des pays du G7 et du G20 et est inférieur de près de 16,6 % au taux moyen combiné fédéral et étatique des États-Unis. Vous pouvez ainsi réaliser des économies considérables qui amélioreront vos résultats nets.

Comparativement à d'autres territoires de compétence nord-américains du secteur de l'eau, les faibles taux d'imposition des sociétés du secteur de la fabrication de l'Ontario vous aideront à mettre au point, à faire la démonstration et à produire de nouvelles technologies de façon efficace et économique.

Taux d'imposition des sociétés du secteur de la fabrication concurrentiels
L'Ontario par rapport à certains carrefours américains des technologies de l'eau

Taux combiné fédéral-étatique/provincial d'imposition des sociétés du secteur de la fabrication de 2014 (pour cent)
L'Ontario par rapport à certains carrefours américains des technologies de l'eau Taux d'imposition des sociétés du secteur de la fabrication (pour cent)
Ontario 25,0
Washington 31,9
Wyoming 31,9
Ohio 32,0
Texas 32,5
Colorado 34,7
Floride 35,3
Michigan 35,9
Moy. pondérée des É.-U. 36,0
New York 36,3
Moy. des États des Grands Lacs 36,4
Wisconsin 36,7
Illinois 37,7
Californie 37,9
Iowa 37,8
Pennsylvanie 38,0
Minnesota 38,5
Remarque : Le taux de l'Ohio comprend le taux d'activité commerciale de l'État, qui est prélevé sur les revenus bruts en Ohio; un taux d'imposition des sociétés équivalent n'est pas disponible. Le taux du Texas comprend l'impôt de franchise de 1,0 pour cent de l'État, qui est fondé sur le revenu brut; un taux d'imposition des sociétés équivalent n'est pas disponible.
Source : Ministère des Finances de l'Ontario, fondé sur les lois au 31 mai 2014.

Ontario est plein de talent

Un bassin de main-d'œuvre de pointe

Soixante-huit pour cent des adultes en Ontario détiennent un diplôme d'études postsecondaires, un taux supérieur à celui de tous les autres pays de l'OCDE, y compris les États-Unis.

Les 44 collèges et universités de l'Ontario offrent diverses recherches et études et divers programmes dans le domaine de l'eau. Chaque année, ils produisent plus de 39 500 diplômés compétents en sciences, en technologie, en ingénierie et en mathématiques, et 8 200 d'entre eux obtiennent des diplômes postsecondaires dans le domaine de l'eau.

L'Ontario est la province la plus diversifiée du Canada sur le plan culturel et on y parle plus de 200 langues, outre l'anglais. Votre société aura accès à une main-d'œuvre multiculturelle qui peut fournir une assistance technique, un service à la clientèle, des services de consultation préalable et de planification et un service après-vente fiables et inégalés sur le marché pratiquement n'importe où dans le monde – vous faisant ainsi gagner du temps et de l'argent.

(en anglais seulement)
Publications : Exemple de réussite en Ontario: Aslan Technologies
d'Aslan Technologies, une entreprise de conception et de fabrication établie à Burlington, qui a connu un immense succès dans les secteurs des produits chimiques, de l'eau et du traitement des eaux usées.

Accès facile au marché de 19 billions de dollars de l'ALÉNA et aux marchés mondiaux de l'eau

Accès au marché de l'eau le plus important au monde

En tant que partie à l'Accord de libre-échange nord-américain (ALÉNA), un marché de 19 billions de dollars, l'Ontario vous offre un accès garanti au marché américain, le plus important marché de consommation de l'eau au monde.

En 2010, le Canada et les États-Unis ont conclu un accord commercial qui garantit l'accès des sociétés ontariennes aux projets de travaux publics des municipalités et des États américains, notamment des projets d'eau financés par les départements de l'Énergie et du Logement et de l'Urbanisme des États-Unis et l'Environmental Protection Agency. Notre solide relation avec les États-Unis offre des débouchés sûrs et accessibles.

Au cours des 25 prochaines années, les exigences mondiales associées aux infrastructures liées à l'eau devraient atteindre 22,6 billions de dollars. La demande pour le matériel de traitement de l'eau aux États-Unis seulement devrait atteindre 13 milliards de dollars d'ici 2017.

L'Ontario est un chef de file mondial de la R-D en matière de technologies de l'eau. Ici, l'innovation prend vie – et vous devriez en faire partie.

Apprenez comment les autres sociétés prospèrent en Ontario et comment nous pouvons aider la vôtre à prospérer également

Contenu connexe