Poitou-Charentes e Pays de la Loire - Charentes e Pays de la Loire Chamadas de ganso

Poitou-Charentes e Pays de la Loire

Região possui o segundo maior vinhedo da França e as deliciosas coquilles (vieiras) Saint-Jacques

Cristiana Couto, especial para o iG

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Charentes e Pays de la Loire - Poitou

Situada na costa oeste da França, Poitou-Charentes tem a seu favor belas paisagens, clima agradável e um terroir marcado pela presença de mangues e do mar. A região possui o segundo maior vinhedo da França, e orgulha-se também do rico patrimônio cultural e arquitetônico.
 
A cidade de Poitiers oferece ao visitante abadias, castelos e uma catedral no mais perfeito estilo romano poitevino. As cidades baixa e alta de Angoulème e os mangues de La Rochelle são programas tão agradáveis quanto o passeio por Nantes.

Por sua localização estratégica, entre o rio Loire e o mar, Nantes é rica em ingredientes e pratos. O Bocage, no território de Vendée, é a terra da batata, das couves e do melão, além de porcos e bovinos — entre os quais os da raça parthenaise, cuja carne, de alta qualidade, é bastante reputada.

No Loire, o vale de Anjou, tão prezado pelo escritor François Rabelais (1483-1553), é um imenso jardim, com prados e pomares com diversas variedades hortícolas. Ostras, mexilhões e vieiras, ao lado de iguarias como as cagouilles (apelação regional dos escargots) e o peixe brochet, mostram a força da culinária local, inspirada tanto nas riquezas da terra quanto nos produtos do mar. Dignas de nota são, ainda, as encostas do Pays de la Loire e da região em torno de Nantes, com 50 000 hectares de solos xistosos, argilo-arenosos e calcários, que aproveitam-se do clima oceânico e dos invernos amenos para oferecer vinhos secos e doces de ótima qualidade, como o muscadet.

Pratos típicos da França - Poitou-Charentes - Pays de la Loire
Produtos e ingredientes da França - Poitou-Charentes - Pays de la Loire
  

alt Culinária local é inspirada tanto nas riquezas da terra quanto nos produtos do mar - Foto: Getty Images" alt Charentes é a terra do Cognac, brandy mais famoso do mundo, feito da destilação de vinhos brancos - Foto: Getty Images" alt Também em Charente, os feijões brancos, de formato achatado, são chamados de mogettes - Foto: Getty Images" alt Entre os queijos típicos da região está o chabichou, feito a partir do leite de cabra - Foto: Getty Images" alt Apreciada pelos chefs de cozinha, a flor de sal se desmancha na boca e é usada para finalizar os pratos - Foto: Getty Images" alt Os vinhedos da região do Baixo Loire produzem os frutados e frescos Muscadet, fáceis de beber - Foto: Getty Images" alt O segredo do molho beurre blanc é o equilíbrio dos ingredientes (vinagre, vinho branco, échalottes e manteiga) - Foto: Getty Images" alt Típicas de Nantes, as vieiras (coquilles) são refogadas com cogumelos de paris e regadas com vinho - Foto: Getty Images"


Produtos
Beurre de Poitou-Charentes a famosa manteiga de Poitou-Charentes, de sabor pronunciado de creme de leite e aroma levemente frutado, é feita com leites exclusivos da região (Charente, Charente-Maritime, Deux-Sèvres, Vienne e Vendée). Produto com denominação de origem, proíbe o uso de qualquer substância que tire sua acidez, o que faz com que tenha uma massa firme, mas maleável. Ideal para doces.

Cognac: em Charentes produz-se o brandy mais famoso do mundo. A produção do Cognac data do século 17, quando o comércio dos vinhos locais, bastante ácidos, decaiu por causa da popularidade dos Bordeaux. Feito da destilação de vinhos brancos – que utilizam uvas como a ugni blanc, colombard e folle blanche –, é produzido em seis áreas principais, a partir de uma técnica específica (charentaise), que utiliza um alambique de cobre diretamente sobre o fogo. As denominações e o tempo de envelhecimento definem seus diversos tipos.

Mogettes piates: no século XVI, quando os feijões brancos chegaram à França, eram chamados ‘mougettes’. Em 1784, o abade e botânico François Rozier descreveu diversas variedades de feijões sob este nome. Em Charente, porém, os feijões brancos, de formato achatado ainda são chamados mogettes, mais especificamente ‘mogettes piates’. A comuna de Pont-l’Abbé-d’Arnoult é o grande terroir da leguminosa.

Queijo chabichou du Poitou: Poitou-Charentes é a mais importante região de queijos de cabra da França. Chabichou é o diminutivo de cabra no dialeto de Poitou e nomeia este queijo produzido no Alto Loire. Os que recebem o selo de denominação da Comunidade Europeia (PDO) são artesanalmente produzidos com leite fresco das fazendas de Poitou. As versões mais comuns levam leite pasteurizado e recebem a designação chabichou ‘laitier’.

Rillette du Mans: é um preparado de carne (porco, ganso, coelho ou frango) cozido em gordura e transformado em uma espécie de patê. As rilletes se encontram por toda a França, mas merecem destaque as feitas em Tours, Anjou e Le Mans. Esta última, de carne de porco, têm pedaços maiores e de cor mais clara, resultado de seu lento cozimento. É servida fria, geralmente com torradas, em sanduíches ou canapés.

Sel de Guérande (fleur de sel): a comuna de Guérande, no Pays de la Loire, produz flor de sal há mais de mil anos e é uma das mais reputadas do mundo. Flor de sal são os primeiros cristais que se formam da evaporação da água do mar. Essa fina camada, recolhida dos tanques de argila por mulheres chamadas paludières (fazendeiras de sal), é extremamente apreciada pelos chefs de cozinha. Contendo minerais que lhe dão sabor particular, a flor de sal se desmancha rapidamente na boca e é usada para finalizar pratos.

Vinhos: além das denominações do Alto Loire, os vinhedos do Vale do Loire estendem-se por mais duas regiões importantes, com várias apelações. Entre os vinhos do Pays Nantais, no Baixo Loire, destacam-se os frutados e frescos Muscadet, com várias denominações. Fáceis de beber, acabam por obscurecer outras produções da região, como tintos, rosés e outros brancos. No Loire Central encontram-se todos os estilos da bebida. Vale provar os espumantes e tintos leves de Saumur – entre eles os tintos de Samur-Champigny, feitos com a cabernet franc; e alguns brancos de Anjou — como os doces de Quarts-de-Chaume, Bonnezeaux e Coteaux du Layon.

Pratos
Beurre blanc: emulsão de vinagre reduzido, vinho branco, échalottes e manteiga — é um acompanhamento clássico do brochet (lúcio). A história em torno deste molho tradicional foi contada por Henry Gault e Christian Millau no Guide Gourmand de La France (1970). O marquês de Goulaine, um gourmet de Nantes (no vale do Loire), tinha a seu serviço uma excelente cozinheira, Clémence. Certo dia, ao preparar um molho béarnaise — de vinagre, vinho branco, échalottes, gemas e manteiga —, ela esqueceu-se de acrescentar os ovos. O marquês adorou o molho e o batizou “beurre blanc nantais”. O sucesso da beurre blanc fez com que Clémence abrisse um restaurante em La Chebuette, cidade próxima a Nantes. Uma cliente descobriu o segredo do molho e abriu o La Mère Michel, em Paris, que se tornou igualmente famoso. No livro de Sylvie Girard Lagorce, Grandes et Petites Histoires de La Gastronomie Française (2003), a história é apontada como tão improvável quanto a do padeiro que prepara pão sem farinha. De fato, a alegoria tem uma finalidade — talvez como tantas outras, que contam a origem de pratos famosos a partir de “erros” dos cozinheiros: ilustrar a complexidade do molho, que exige um perfeito equilíbrio entre todos os seus ingredientes.

Brochet au beurre blanc: neste prato de brochet, o lúcio, o peixe inteiro é cozido em caldo numa panela de formato alongado (poissonière) e servido com o molho beurre blanc e batatas cozidas.

Cagouilles à a charantaise: cagouille é sinônimo de escargot, num regionalismo de origem desconhecida. O chef francês Claude Troisgros, do restaurante Olympe (RJ), explica que, antigamente, os charenteses eram chamados de “cagouillards” por consumirem habitualmente os “cagouilles”. Os escargots, previamente cozidos num caldo de vinho branco e legumes, são, depois, refogados com tomates, cebolas, alho e lingüiça (cuja carne é desfiada e misturada a gemas).

Coquilles Saint-Jacques à la nantaise: servido como entrada, este prato de vieiras (coquilles) é típico da cidade de Nantes. As vieiras, retiradas das conchas e fatiadas, são refogadas em manteiga com échalottes e cogumelos de paris e regadas pelo vinho local, muscadet. O prato é finalizado com creme de leite, farinha de rosca e gratinado.

Cul de veau à l’angevine: segundo a lenda, os habitantes de Angers (cidade que originou esta receita) que não ousavam pronunciar a palavra “cul” no açougue, pediam uma “indécence (indecência) de veau (vitela)”. Este prato é preparado com a parte superior do pernil de vitela (cul ou quasi), bacon, cenouras, cebolas, caldo de legumes, vinho branco seco de Saumur e aguardente de uva. O molho resultante é encorpado com creme de leite.

La grimolle poitevine: esta sobremesa poitevina é uma espécie de panqueca de frutas assada em forma de bolo. À massa (de farinha, açúcar, ovos, leite, fermento, óleo e rum) são adicionadas maçãs em fatias. Antigamente, a massa era assada sobre uma folha de couve.

Poularde à la poitevine: prato popular de Poitou, a poularde (galinha jovem) feita à moda da região é dourada e cozida em caldo de legumes, que será engrossado com uma mistura de farinha e manteiga (roux). Neste caldo, acrescenta-se bette, verdura da família da beterraba com sabor que lembra o da acelga, muito comum na Europa.


Bibliografia

DAVID, Elizabeth. French Provincial Cooking, Penguin Classics, Nova York, 1999.
CHAIGNON, Alain. La France de nos terroirs, Solar, França, 2006.
COMBIER, Nathalie. Mes tatins salées et sucrées, Minerva, Suíça, 2003.
WELLS, Patrícia. Cozinha de Bistrô, Ediouro, 4a edição, Rio de Janeiro, 1997.
O Livro Essencial da Cozinha Mediterrânica, editora h.f. ullmann, Portugal, 2008.
DOMINÉ, André. Culinaria France, h.f. ullmann, 2008.
DUCASSE, Alain. Grand Livre de Cuisine d'Alain Ducasse, Editions Alain Ducasse, França, 2003.
DUCASSE, Alain. Grand Livre de Cuisine d'Alain Ducasse, Bistrots, Brasseries et Restaurants de Tradition, Editions Alain Ducasse, França, 2005.
ROBERT, Frédéric. Grand Livre de Cuisine d'Alain Ducasse, Patisseries et Desserts, Editions Alain Ducasse, França, 2005.
CERUTTI, Franck. Grand Livre de Cuisine d'Alain Ducasse, Méditerranée, Editions Alain Ducasse, França, 2004.
CONSTANT, Christian. Ma cuisine au quotidien, Minerva, França, 2000.
BOCUSE, Paul. Bocuse's Regional French Cooking, Flammarion, 1997.
FRANCE, Benoît. Grand Atlas des Vignobles de France, Solar, França, 2008.
GALVÃO, Saul. Tintos e Brancos, Editora Conex, São Paulo, 2006.
ALBERT, Aguinaldo Záckia. O Admirável Novo Mundo do Vinho e as Regiões Emergentes, Editora Senac São Paulo, São Paulo, 2004.
BASSOLEIL, Emanuel. Os Sabores da Borgonha, Senac São Paulo, São Paulo, 2007.
ROSENBLUM, Mort. Um Ganso em Toulouse, Rocco, São Paulo, 2003.
Larousse Gastronomique, Hamlyn, 2001.
DAVIDSON, Alan. The Oxford Companion to Food, Oxford University Press, Oxford, 1999.
Larousse do Vinho, 2ª edição, Larousse do Brasil, São Paulo, 2007.

Sites consultados
www.technoresto.org
www.lacouronne.fr
www.leviolondingres.com
www.brasserielipp.com
www.cortland.edu/flteach/civ/voyage/voyage.htm
www.aftouch-cuisine.com/regions-de-france_l1.htm

Pesquisa de fotos: Priscila Zuini, Junior Milério e Getty Images

 

 

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quarta-feira, 23 de março de 2011

A hora e a vez de Paulo Henrique Ganso

Vida de jogador é como vida de modelo, tem que aproveitar o auge da juventude. Depois dos 30, é mais um na multidão. Paulo Henrique Ganso tem todo o direito de querer uma vida decente para ele e sua família, optando por uma equipe européia a partir de Julho, quando as janelas européias abrem-se para importação de atletas.A história muito usada pelos dirigentes de futebol tentando auto sugestionar os atletas, principalmente os da base, de que são mal agradecidos, não em muita coisa a ver, não. Quando o atleta perde a forma, envelhece, o caminho dele é o da rua. Então se ele tem talento deve aproveitar e ir para uma equipe que lhe valorize, que pague o que ele merece. Foi assim com Romário, com Ronaldo, com Ronaldinho Gaúcho, Adriano e cm todos que estão de volta e milionários.
Ganso poderá brilhar na Europa.
Se formos analisar, Ganso está saindo até tarde. Ronaldo Fenômeno foi com apenas 18 anos, Adriano, idem e Gaúcho no máximo com 19 anos já estava lá. Pelo informações, Ganso até que queria ficar mais uma temporada ou duas por aqui, na Vila Belmiro. Mas o Santos criou muito olho gordo, quer uma rescisão muito alta, o que prova que quer segurar o jogador na equipe e só vendê-lo quando talvez apareça uma equipe que queir desembolsar quantia tão alta. A hora é essa, tem que aproveitar!
A ida de Paulo Henrique Ganso só faz empobrecer anda mais nosso futebol. Maior talento do futebol brasileiro hoje, Paulo Henrique Ganso, cria da Tuna Luso Brasileira, além de jogar elegante, ter um togue de bola fantástico, é um jogador de futebol produtivo, que joga para a equipe, não se importando em fazer jogadas bonitas para a torcida. As coisas que Ganso faz no futebol são naturais, não são pensadas para agradar a esse ou aquele torcedor ou cronista. Ele joga com a cabeça muito bem e maravilhosamente com os pés. Como o escriba gosta do futebol arte, torce para que Paulo Henrique fique aqui no Brasil. Mas se é para felicidade geral da nação Ganso, que vá. E seja muito feliz!

9 comentários:

  1. luizpaulopina23 de março de 2011 13:11

    Conheco um pouco de futebol, trabalhei e trabalho com futebol (2 brasileiros da série D, 1 estadual e 1 copa do Brasil). Que o Ganso é um bom jogador não se discute. Mas ainda não está pronto para a Europa. Primeiro, que vem de uma lesão - ficou muito tempo sem jogar. Por mais que tenha feito gol no retorno, o futebol Europeu não contrata jogadores logo após uma lesão. Lá são mais inteligentes do que aqui. Esperam o jogador se recuperar devidamente. Penso que se ele deixar o Santos seria melhor migrar para outro grande clube brasileiro, como Cruzeiro, São Paulo, Corinthians, Grêmio - para depois sonhar e conquistar a Europa.
    Abraços
    Luiz Paulo Pina

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  2. Marcos Moraes de Lima23 de março de 2011 13:35

    Discordo plenamente disso. Como o Ganso não está pronto se levaram um simples "pato" com apenas 16 anos? E esse não é craque, não! Outra, essa história de que os europeus são mais inteligentes de que nós, é pilhéria! Lembre-se caro amigo, que recentemente o Rivaldo -que jogou 14 anos por lá-, falou que nunca viu uma estrutura, em todos os sentidos, como a do São Paulo. Aliás, muitos jogadores brasileiros que jogam na Europa já vieram se curar no Brasil. Acho que ele só não vai se não quiser, por que Europeu gosta de "Bondes" mas gosta também de craques. E isso o Ganso é. Um abraço.

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  3. luizpaulopina23 de março de 2011 16:31

    Caro amigo, quando disse que não era momento é porque o PHG volta de lesão e NENHUM clube europeu contrata desta forma. O pato quando foi estava 100% eis a grande diferença. O PHG merece sim ir para a europa, apenas não é o momento.
    Quanto ao Rivaldo falar sobre a estrutura do SP concordo. Alias, no Brasil apenas São Paulo e Cruzeiro tem estrutura que pode-se talvez se igualar a de clubes europeus. Vale lembrar, que Rivaldo jogou há muitos anos tras na europa. Naquele tempo era uma estrutura, agora é outra. Os clubes lá não param no tempo como aqui.
    Estive no Estadio da Luz em Lisboa (do Benfica) e o estádio tem uma mega estrutura (com piscinas, emissora de TV do proprio clube, lojas, restaurantes refinados onde você janta assistindo ao jogo de sua mesa, etc). Meu primo esteve no Santiago Bernabeu do Real Madrid. Sabia que é o ÚNICO estádio do Mundo classificado como estádio 5 estrelas pela FIFA?Os jogadores não vieram se curar. Optaram por fazer o tratamento em seu país para poder ficar em sua terra Natal, junto da família. O mesmo tratamento daqui é o de qualquer time europeu.
    Gostaria de saber o site oficial da Tuna, pois desconheço. O Carlos Ferreira inclusive há pouco tempo disse que apenas PSC e São Raimundo estavam com sites atualizados. Não mencionou a Tuna. E para constar, site deve ser com iniciais www (World Wide Web), blog não é considerado site oficial.
    Abs

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  4. Marcos |Moraes de Lima23 de março de 2011 17:27

    Vamos por parte. Sim, o Benfica, o Barcelona, o Real Madri têm estrutura. Mas são poucos os que t~em estrutura e sabem contratar. Pato saiu novo mas não é um jogador fora de série. É um jogador melhorado, comum. Quanto ao Rivaldo, voltou da Europa agora, cara. Estava jogando na Grécia, acho, até o ano passado, e não há anos atrás, como falastes. E o tratamento que os jogadores brasileiros que jogam na Europa e se batem e preferem fazer no Brasil é porque nossos fisioterapeutas são bons em na parte esportiva. Que odiga o Ronaldo, o Adriano e outros que vêm para cá. A Europa, como a África e outros continentes, possui craques. Mas o celeiro é o Brasil. Cristiano Ronaldo está provado, é fogo de palha. Mas o Messi é craque. Os latinos, principalmente o Brasil, isso é desde Frindereich, são os melhores do mundo. Quanto ao site da Tuna, na verdade não é site e eu sei o que significa o www, "amado mestre". Os que fizeram o tal Blog Oficial da Tuna, que eu pouco leio, porque não diz muita coisa, é que chamam de "site" e a genteàs vezes passa a informação por simples descuido. Quando fui o presidente, criei um Site realmente, mas infelizmente as coisas mudam e hoje não mais existe. Quanto ao Ganso ir ou não ir agora, acho que quem o contratar, agora ou daqui a 10 anos, sei lá, vai saber o passado dele, as contusões sérias e se ele está curado ou não tem condições de jogar. Exames abalizados, fazem até em Igarapé-Açu, não é preciso ir na Europa, onde alguns países pararam no tempo, para se saber se alguém está ou não apto para desenvolver seu trabalho. Boa sorte.

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  5. luizpaulopina23 de março de 2011 20:00

    Eu sei que Rivaldo voltou agora. Ele é ídolo na Grécia. Quando disse que ele jogou há anos atras quis me referir que ele jogou lá por muitos anos (1996 - 2003 e 2004 - 2010).
    Cristiano Ronaldo fogo de palha? Eleito melhor do mundo em 2008 e 2º melhor em 2009, melhor média de gols da história do Real Madrid superando Ronaldo Fenômeno, Puskas, Di Stefano, Raul, entre outros craques do passado. Só este ano tem a média de 0,92 gols por jogo. O cara é goleador, se ele não marca ele dá o passe do gol, praticamente em todos os jogos do Real Madrid.
    Desculpe-me, mas achar que Cristiano Ronaldo não é craque creio que apenas vossa excelência acha isso. Só falta dizer que Ganso é melhor que ele.
    Sinceramente, acho que deve estar falando de outro Cristiano Ronaldo.
    Posso estar enganado, mas me parece - eu digo parece, que o sr. não gosta muito das coisas portuguesas. A Tuna é Tuna Luso Brasileira, tem laços portugueses e portugueses ajudaram - e muito este glorioso clube.

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  6. Marcos Moraes de Lima24 de março de 2011 06:39

    Ledo engano do amigo. Mas Cristiano Ronaldo para mim além de, meio Ronaldinho Gaúcho, que é um mercenário, é muito vedete. Ao contrário do que você pensa, sou literalmente meio luso, pois meu avô veio de lá (veja bem meu sobrenome. Agora tenho consciência política e cultural o suficiente, por isso sei bem definir minha vida, e assim não posso achar que as coisas da Europa, de Portugal, Espanha principalmente, são as melhores do mundo.Calma aí. Portugal e Espanha, já falei isso, viveram na consternação política por dezenas de anos. Hoje Portugal ainda sofre (está até sem governo), fruto do conservadorismo arraigado que dominou o Velho Mundo e principalmente-repito- estes dois países. Sobre Cristiano Ronaldo, acho um bom jogador. Se o Ganso é melhor que ele? Claro que é. Outra, ele tem é que jogar bola, mostrar que é craque, até agora não disse nada. Tem de parar de falar as tolices que ele falou na Copa (igual ao Maradona, bocudo) e na hora saiu de fininho. Sobre a nossa Tuna, é claro que ela tem laços (e muitos) portugueses. Se o amigo pesquisar (posso lhe passar dados)foram eles que abandonaram a Tuna, não a Tuna a eles. Insisto que boa parte deles deveria reverenciar a historia do Clube, que foi fundado e amado por seus patrícios mais antigos, e hoje vive numa situação de lamúrias, dificuldades, porque nenhuma empresa portuguesa ou empresários portugueses apóiam o Clube. E não se quer esmola, não. O que a Tuna quer é um apoio através de propaganda. Engraçado o nobre amigo ficar enaltecendo que a Tuna é "Luso Brasileira" e torce por aquela "outra coisa". Cadê teus brios, laços portugueses. É só para as origens de tua família que olhas ou de todo um povo? Quando se ama, se quer bem, se quer preservar, a luta é mais árdua, mais forte. Não é com papinho não. É com trabalho. Eu e mais uns 100 camaradas nos dedicamos a troco de nada pela Tuna. Dentre nós, uns 20 entre portugueses e lusos-descendentes,que não são ricos, mas que amam a Tuna e trabalham com dedicação a custo zero. E colocamos o nosso amor, o nosso respeito e parte do nosso dinheiro na nossa querida Águia.
    São poucos, poucos mesmo, os portugueses, filhos e netos que prestigiam a Tuna. Você sabe bem que a Tuna é o primo pobre do Grêmio, onde algumas pessoas infelizmente não gostam nem de ouvir falar de nosso Clube. Na Tuna, não. Nós respeitamos e queremos bem ao Grêmio. Eles -os gremistas- que precisam chegar à Tuna. Repito que não sou filho de português, meu avô quem era. Sou brasileiro com muito orgulho, cruzmaltino de sete costados, e para mim o Brasil é um só, de todos os brasileiros, de todos os estrangeiros que aqui chegarem, sejam ingleses, americanos do norte, surinameses, coreanos, portugueses, chineses, malaios e qualquer gente. Assim somos nós brasileiros, não gostamo de guetos, gostamos de gente. Aqui nós damos oportunidade a todos, de crescerem, de até voltar para suas terras (como meu amigo Satochi, japonês que ficou rico e voltou para sua terra. Agora me mandou email dizendo que quer voltar).Este é meu País. Esta é a minha terra. Assim sou eu. E tenho dito! Forte abraço e desculpe qualquer coisa, mas é que(com todo respeito), suas colocações às vezes são preconceituosas, ferinas e conservadoras.

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  7. luizpaulopina24 de março de 2011 07:25

    Eu não concordo com algumas coisas ditas pelo Sr. mas tudo bem. Respeito suas idéias.
    Eu digo, torço pelo Remo. Todos sabem disso. Meu time de coração e de paixão é o Remo. Porém, gosto e torço também pela Tuna. Não tenho nada contra. Torço pela Cruz de Malta (quando ela não joga contra o Remo) pois sou filho, neto, bisneto de portugueses. tenho inclusive dupla nacionalidade. Se um dia fosse convidado para trabalhar na Tuna aceitaria, pois acima de tudo sou profissional e já trabalhei em situações que tive que enfrentar o Remo. Quando pequeno fui assistir vários jogos da Tuna no Baenão e Souza. Sou brasileiro, amo meu país. Amo de verdade. O grande problema é que somos muito mal administrados, pois com as riquezas que temos eramosm para ser o melhor país do mundo. Isto é que me revolta, ainda mais com a volta dos fichas imundas.
    Não sou preconceituoso, apenas falo o que penso. Se não gosto do PT eu digo o que acho. É que as vezes pode soar como preconceito, mas como disse não sou. Apesar de ser PSDB procuro respeitar todos.

    Desculpe o sr. se falei algo que não devia ou que tenha lhe aborrecido
    abraços

    ResponderExcluir
  8. Marcos Moraes de Lima24 de março de 2011 08:27

    Só para finalizar, apesar de achar o debate (até com inimigos, o que não é o caso aqui), respeito você, mas sendo PT não gosto do PSDB, que para mim é como o PMDB e o DEM, excrecências da política. Agora o Brasil ser mal administrado, acho equivocada sua posição. Mesmo o Obama (que eu não gosto, porque sou contra imperialistas) acha que o Brasil mudou e para melhor. O mundo reconhece isso. Pode ser (analise bem isso por que é algo muito ruim) preconceito seu contra o PT. Se o amigo acompanha a Imprensa, mal administrado (não pense que não gosto, é porque acompanho a política internacinal)está Portugal, sem governo até, segundo noticiou a Folha e o Globo. Sei que somos ricos, e ficamos ainda mais no Governo de Lula. Agora não se ajeita um País em oito anos, quando uma ditadura de vinte e poucos quase acaba com ele e um Governo "vendido", como o do Dr. FHC, quase enterra em oito. Veja a história de seu outro País (não tenho nem quero dupla nacionalidade, apesar de também ter direito), que foi um dos últimos a entrar no MCE, depois que teve um bom governo socialista com Mário Soares, boas cabeças como Cavaco Silva, e por problemas que teve com o Salazar durante quase 40 anos, ainda não entrou nos eixos economicamente.
    Algumas retóricas que insisto preconceituosas são normais em quem "veste a camisa" de norteamericanos e europeus. É fato que se aprende desde a época de estudante, nos movimenros populares, nas discussões até na Igreja. Você deve saber o probema que nossos médicos e dentistas sofreram e ainda sofrem na Espanha e num País irmão como Portugal. Durante todo a nossa história, mesmo depois de nossa independência, recebemos todos os europeus, principalmente espanhóis, holandeses e portugueses, de braços abertos. Mas mesmo assim você sabe como somos tratados por eles? Veja essas coisas, querido amigo. Gosto muito de Portugal e dos portugueses, mas amo mesmo com todas as letras maiúsculas o meu Brasil. Sorte.

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  9. luizpaulopina24 de março de 2011 11:02

    Sempre fui muito bem recebido em Portugal e em qualquer outro país, sabe por quê? Porquê sempre respeitei o país em qual eu estive, o que infelizmente nem todos fazem isso. Não sei se recorda o caso infeliz da atriz Maitê Proença que fez uma matéria escrachando Portugal e que cuspiu na fonte do mosteiro dos Gerônimos. Isso revolta qualquer povo, a mesma coisa seria se acontecesse o contrário, um turista cuspir no corcovado - por exemplo.
    Só para finalizar, deve-se separar o joio do trigo. O caso dos dentistas ninguém diz o real motivo. Na Europa, odontologia é uma disciplina da Medicina. Ou seja, para um dentista se formar, deve também cursar a medicina o que não ocorre aqui. Infelizmente todos nós sabemos a triste realidade do ensino público e particular em nosso país, onde pode-se facilmente comprar um diploma.
    Dia desses uma sr. disse na TV que foi barrada na Espanha. Depois ela disse que mesmo assim iria voltat, que iria regularizar sua situação. Ou seja, foi barrada porque estava com problemas na documentação e não por ser estrangeira naquele país.
    Eu tenho passoporte português e brasileiro, mas ao entrar em Portugal utilizo o brasileiro. Poderia entrar com o portugues e não passar por fiscalizações, mas faço questão de entrar como brasileiro, e jamais tive problemas. Dizer que europeus nao gostam de brasileiros é pura balela meu amigo. Como disse, eles gostam de estrangeiros, desde que sejam civilizados - sem a intenção de bagunçar a casa dos outros.
    Eu, como o sr., também amo o meu querido e amado Brasil, minha pátria amada e que nela vivo.
    Quanto a partido político, cada um pensa de seu modo. Cada um vota em seu candidato. Digo sem vergonha sou PSDB. Eu voto por partido e não por candidato, como fazem os adeptos do PT.
    Na política não se pode agradar a todos, não é mesmo. Por exemplo, tenho que respeitar o governo federal. Por outro lado, eu e a maioria dos paraenses estamos felizes, porque excluímos o pior governo que o Pará já teve em toda a sua história (pior até que o ficha imunda Jader Barbalho), onde não fez nada, deixou rombo, não pagou conta de telefone das secretarias - a de comunicação, por exemplo, energia elétrica e por aí vai.
    Mas devemos é nos respeitar um aos outros e torcer para que sejamos um país mais digno e igualitário para todos nós, brasileiros de coração. Sorte ao amigo também!

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