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Patio House / AR Arquitetos

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Casa Puerto del Aire / Extracto, Arte, Arquitectura y Diseño SRL de CV

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Built by Extracto, Arte, Arquitectura y Diseño SRL de CV in Acultzingo, Mexico with date Images by Luis Gordoa. Casa Puerto del Aire is located between the limits of Puebla and Veracruz. Is a deer farm with an area of 70 hectares.


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domingo, 2 de março de 2014

Festival Hanna Barbera

às 13:50 Postado por Maria Luíza Oliveira .galouter {display:none;}
       Este post é uma homenagem à Hanna Barbera Productions, um dos mais famosos e mais queridos estúdios de animação de todos os tempos, que revolucionou o mundo da animação, conquistando uma verdadeira legião de fãs em todo o planeta. Fundado pelos cartunistas William Hanna e Joseph Barbera (que haviam começado sua carreira na década de 1940, trabalhando para os estúdios de animação da MGM, tendo produzido praticamente todos os desenhos clássicos da dupla Tom e Jerry para o estúdio) em 1957 (a princípio como uma subsidiária da Screen Gems, que por sua vez já era uma subsidiária do estúdio de cinema Columbia Pictures, especializada em produções feitas para a TV), o estúdio foi originalmente conhecido como HB Enterprises, ficando conhecido como Hanna Barbera Productions a partir de 1959, e tornando-se um estúdio independente a partir de 1965, quando se desvinculou da Screen Gems. O estúdio contou com vários cartunistas maravilhosos, como Kenneth Muse, Lewis Marshall (que foram os dois principais desenhistas durante a primeira fase), Alex Toth (atuou principalmente na produção dos desenhos de aventura), Doug Wildey (atuou em produções como Jonny Quest, Godzilla e Jana das Selvas), o cartunista japonês Iwao Takamoto (criador do mundialmente famoso Scooby Doo), a dupla Joe Ruby e Ken Spears (que também criaram diversos personagens para o estúdio, como a dupla Falcão Azul e Bionicão, Tutubarão, Capitão Caverna e as Panterinhas, entre outros), Marty Murphy (famoso pelas suas charges na revista masculina Playboy, atuou na produção de desenhos como Hong Kong Fu, A Família Addams e Papai Sabe Nada), e muitos outros. Esse post apresenta um resumo de cada desenho que o estúdio produziu desde o seu surgimento em 1957 até o ano de 1979, abrangendo toda a sua "era de ouro".

acima vemos Joseph Barbera e William Hanna
JAMBO E RUIVÃO (Ruff and Reddy) - 1957

Foi a primeira produção do recém-fundado estúdio Hanna-Barbera Productions, então conhecido como HB Enterprises. Os protagonistas eram um pequeno e esperto gatinho chamado Jambo (que usava uma gravata-borboleta azul) e seu amigo inseparável, um cachorro enorme e completamente bobo chamado Ruivão (que usava uma coleira vermelha e tinha cabelos ruivos), mas que tinha um coração enorme e não media esforços para salvar seu amiguinho de qualquer enrascada. Logo na primeira aventura, eles foram abduzidos por uma nave espacial pilotada por homenzinhos de metal e levados ao planeta Muni-Mula (a palavra "alumínio" de trás para frente, do original em inglês aluminum), onde conheceram um cientista maluco e baixinho chamado Professor Gismo, que depois voltou a acompanhá-los em muitas outras aventuras. Os principais vilões eram os gêmeos malvados do Oeste Matador e Mat-a-Dor e o pirata Capitão Vilão com seu atrapalhado ajudante Idiota Água Salgada. Jambo e Ruivão viviam diferentes aventuras, fosse ajudando um filhote de elefante a voltar para a África, salvando um "frangossauro" de milhões de anos de ser capturado por bandidos ou viajando para a Lua, sendo capturados por pequenos homenzinhos espaciais. Nos Estados Unidos, o desenho estreou dentro de um programa em live-action intitulado The Ruff and Reddy Show, patrocinado pelos cereais matinais da marca Post Cereals e apresentado por um velho marinheiro conhecido como Capitão Bob (que fazia lembrar o "Capitão Canguru", apresentador de um dos programas infantis mais famosos da década de 1950, e contracenava com gato e um rato, que nada mais eram que bonecos de papel, e com seu "barco falante", na verdade um boneco-fantoche). Cada show exibia primeiro uma trinca de desenhos clássicos do estúdio Columbia Pictures, exibidos pela primeira vez na TV como parte do show Screen Gems Cartoons de 1956 (A Raposa e o Corvo, Color Rhapsodies e Ferdinando) e o episódio de Jambo e Ruivão era exibido por último, como o ponto alto do show. No Brasil, o programa nunca foi exibido em seu formado original e os episódios de Jambo e Ruivão foram exibidos isoladamente. Foram produzidas 12 aventuras no total, cada uma composta por 13 episódios de 4 minutos cada, totalizando 156 segmentos ao longo de 3 temporadas. No Brasil, este desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior, Bandeirantes, Record e por último pelo SBT, com uma segunda dublagem.
DOM PIXOTE (Huckleberry Hound) - 1958

O desenho começou a ser produzido quando a Hanna-Barbera ainda se chamava HB Enterprises, tendo sido o primeiro programa totalmente animado que foi ao ar na TV estadunidense. Tinha como protagonista um simpático cachorro azul com sotaque sulista que vivia uma diferente aventura em cada episódio. Aparecia, inclusive, vivendo em diferentes épocas. No primeiro episódio, por exemplo, ele era um xerife no Velho Oeste; no segundo, um cavaleiro medieval com a missão de salvar uma princesa na torre de um castelo; no terceiro, aparecia fazendo um safári na África; em outro episódio, ele era atormentado por dois corvos que queriam devorar sua plantação de milho, ou seja, em cada estória ele encarnava um personagem diferente, porém sempre com o mesmo nome. A marca registrada do personagem era a musiquinha que ele sempre cantava: "Oh querida, oh querida, oh querida Clementina", além de sua calma sempre inabalável, mesmo correndo os mais variados perigos. Foram dois shows diferentes: o primeiro, de 1958, teve como segmentos os desenhos "Zé Colmeia" e "Plic, Ploc e Chuvisco", e o segundo, de 1960, teve como segmentos os desenhos "Plic, Ploc e Chuvisco" e "Joca e Dingue Lingue", porque o Zé Colmeia ganhou seu próprio show nesse mesmo ano. Na abertura e no encerramento originais, inéditos no Brasil, vários personagens da fábrica de cereais Kellogg's Corn Flakes, que patrocinava o show, apareciam ao lado do Dom Pixote, como o galo Cornelius, os pequenos duendes Snap, Crackle e Pop, o tigre Tony com seu filho, a foca Smaxey e o ursinho cowboy Sugar Pops Pete; quando o show foi reexibido em cores no decorrer da década de 1960, sem o patrocínio da Kellogg's, foram editadas uma nova abertura e um novo encerramento, no qual os personagens da Kellogg's foram substituídos pelas duplas Chopper & Patinho Duque e Joca & Dingue Lingue; e foi com esse novo formato que os shows chegaram ao Brasil por volta de 1963. Foram produzidos 69 episódios ao longo de 4 temporadas. No Brasil, o desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Bandeirantes. Os últimos episódios, que tinham ficado inéditos no Brasil em TV aberta, foram exibidos com uma nova dublagem pelo canal a cabo Cartoon Network.
ZÉ COLMEIA (Yogi Bear) - 1958

O desenho tinha como protagonista o simpático e guloso urso que vivia no Parque Jellystone (o nome foi uma sátira do famoso parque estadunidense Yellowstone, o maior parque florestal do mundo), e vivia inventando os mais variados truques para roubar as cestas de piquenique dos turistas. No começo, o ursinho Catatau (melhor amigo do Zé Colmeia, que vivia se preocupando com as trapalhadas do amigo) só aparecia em alguns episódios; em outros o Zé Colmeia aparecia sozinho. A partir da segunda temporada (ainda no show do Dom Pixote), o Catatau começou a aparecer em todos os episódios. No começo, o Zé Colmeia também era perseguido por vários guardas diferentes e nenhum deles era um personagem em especial, mas a partir da segunda temporada, o Guarda Chico (adversário implacável do Zé Colmeia, que vivia atormentado pelas trapalhadas do urso) tornou-se um personagem fixo. No finalzinho da última temporada (quando o Zé Colmeia já possuía seu próprio show), foi introduzida no desenho uma nova personagem, a Ursa Cindy (uma ursa de cor cinza-azulada, muito parecida com o Zé Colmeia e que trabalhava em um circo; depois passou a viver no parque), que era apaixonada pelo Zé Colmeia, mas ele nem ligava pra ela e só queria saber das cestas de piquenique. Em 1964, o Zé Colmeia ganhou um longa-metragem (o primeiro produzido pela HB), no qual a Ursa Cindy reapareceu em sua nova versão, completamente diferente e muito mais feminina que a anterior (essa nova versão ficou muito mais conhecida que a original). Ela fora raptada e obrigada a trabalhar em um circo, e então o Zé Colmeia e o Catatau partiam para salvá-la, vivendo as mais divertidas aventuras. Em 1972, o Zé Colmeia ganhou um especial de TV chamado A Arca do Zé Colmeia, que no ano seguinte deu origem a uma nova série animada chamada A Turma do Zé Colmeia, e ainda na década de 1970 ele voltou a aparecer em mais três desenhos: Ho-Ho-Límpicos, A Corrida Espacial e Os Trapalhões Espaciais. Os primeiros desenhos do Zé Colmeia estrearam na TV em 1958 como segmentos no show do Dom Pixote, mas o personagem fez tanto sucesso que em 1960 ganhou seu próprio show, tendo como segmentos os novos desenhos "Leão da Montanha" e "Patinho Duque". O último episódio do show do Zé Colmeia, que foi ao ar em 1962, não foi como os demais, e sim um episódio longo de 22 minutos em que o Guarda Chico (Guarda Smith, na versão original), o Catatau e a Ursa Cindy prepararam uma festa surpresa de aniversário para o Zé Colmeia, e os convidados foram ninguém menos que o Dom Pixote, o Pepe Legal e o Babalu, os ratinhos Plic e Ploc com o gato Chuvisco, o Leão da Montanha, a dupla de detetives Olho Vivo e Faro Fino, o Lobo Joca e o Dingue Lingue, o Bibo Pai e o Bóbi Filho e o Patinho Duque. Foram produzidos 66 episódios no total. No Brasil, o desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Bandeirantes, sendo que os últimos episódios, incluindo o especial de aniversário, tinham ficado inéditos, estreando no Brasil apenas em 1975, com uma segunda dublagem feita pelo estúdio Herbert Richers.
PLIC, PLOC E CHUVISCO (Pixie and Dixie with Mr. Jinks) - 1958
 
O desenho fazia lembrar um pouco o da dupla Tom e Jerry, com a diferença que havia dois ratinhos e não apenas um. Plic e Ploc eram dois ratinhos irmãos que viviam dentro do buraco da parede de uma velha casa, e viviam sendo perseguidos pelo gato Chuvisco, na clássica perseguição de gato e rato, mas o Chuvisco quase sempre levava a pior. O desenho era exibido como segmento no show do Dom Pixote. Foram produzidos 57 episódios. No Brasil, o desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Bandeirantes. Os últimos episódios, que tinham ficado inéditos no Brasil em TV aberta, foram exibidos com uma nova dublagem pelo canal a cabo Cartoon Network.
PEPE LEGAL (Quick Draw McGraw) - 1959

Foi o primeiro desenho que a Hanna-Barbera produziu depois que o nome do estúdio mudou de HB Enterprises para Hanna-Barbera Productions. As estórias se passavam no Velho Oeste e o protagonista era um cavalo xerife que se achava o máximo, mas era um tremendo de um trapalhão que só se metia em encrenca. Quase sempre apanhava dos bandidos que ele tentava prender, e se alguma arma era disparada contra ele, ele dizia a frase "Isso dói!". Pepe Legal era acompanhado por seu ajudante Babalu, um pequeno burrinho mexicano que usava um enorme sombrero e tinha um forte sotaque mexicano. De vez em quando, Pepe Legal usava uma máscara e vestia uma capa preta no estilo do Zorro, usando a identidade do super-herói El Cabong, que tinha como "arma mortal" um violão que ele arrebentava na cabeça dos bandidos. Era o segmento principal do Show do Pepe Legal (The Quick Draw McGraw Show). Foram produzidos 45 episódios próprios. O show trazia como segmentos os desenhos "Bibo Pai e Bóbi Filho" e "Olho Vivo e Faro Fino". O show também foi patrocinado pelos cereais matinais da marca Kellogg's Corn Flakes (na abertura e no encerramento originais, havia uma referência à Kellogg's, sendo que o encerramento trazia o Bibo Pai, o Bóbi Filho, o Olho Vivo e o Faro Fino dentro de uma diligência guiada pelo Pepe Legal, com o Babalu sentado em cima de um cofre; na abertura e no encerramento vistos no Brasil, essas referências à Kellogg's tinham sido cortadas). No Brasil, o desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Bandeirantes.
BIBO PAI E BÓBI FILHO (Augie Doggie and Doggie Daddy) - 1959

Os protagonistas eram dois cachorros (pai e filho) que viviam calmamente em sua casinha no subúrbio de uma grande cidade, mas o filho era um gênio cientista, e além disso um tremendo "chantagista sentimental" que vivia metendo seu pai nas mais variadas encrencas, mas mesmo assim ele era um típico pai-coruja que tinha o maior orgulho do filho. A mãe do Bóbi Filho não era sequer mencionada em nenhum episódio. O desenho era exibido como segmento no show do Pepe Legal (The Quick Draw McGraw Show). Foram produzidos 45 episódios. No Brasil, o desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Bandeirantes.
OLHO VIVO E FARO FINO (Snooper and Blabber) - 1959

Olho Vivo era um gato detetive que vestia um sobretudo e usava um chapéu no estilo do famoso detetive Sherlock Holmes. Era Dono de uma agência de detetives, e tinha como assistente um rato chamado Faro Fino, que vestia uma roupa igual à dele e usava um chapéu parecido com o do ator Humphrey Boggard. Olho Vivo tentava resolver os mais variados casos de mistério, mas era sempre atrapalhado pelas mancadas do Faro Fino, que tinha em seu chefe um verdadeiro ídolo. Suas missões como detetives eram bem variadas, como recuperar a herança roubada de um gato milionário ou salvar os irmãos Joãozinho e Maria de uma bruxa malvada. O desenho também era exibido como segmento no show do Pepe Legal (The Quick Draw McGraw Show). Foram produzidos 45 episódios. No Brasil, o desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Bandeirantes.
LUPE LEBÔ (Loopy De Loop) - 1959

Lupe era um simpático lobo francês que vivia no bosque e vivia tentando fazer amizade com todos ao seu redor, sempre praticando boas ações, como salvar a Branca de Neve da rainha malvada ou salvar a Chapeuzinho Vermelho de um lobo mau, mas era sempre mal-interpretado pelo simples fato de ser um lobo, e acabava sempre levando uma surra de alguém no final de cada episódio. Foi o único desenho da Hanna-Barbera que foi produzido originalmente para ser exibido em sessões de cinema e não na TV (era exibido em sessões de filmes da Columbia Pictures, antes dos mesmos), mas estreou na TV logo depois. Foram produzidos 48 episódios. No Brasil, o desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Bandeirantes.
LEÃO DA MONTANHA (Snagglepuss) - 1960

O desenho tinha como protagonista um simpático leão da montanha fanático por Shakespeare e com o maior jeito de ator fracassado, e suas aventuras eram bem variadas, mais ou menos no estilo do Dom Pixote. Geralmente, ele era perseguido por um major baixinho e ruivo que queria capturá-lo e transformá-lo em um troféu de caça. Sempre que se via em perigo, o Leão da Montanha dizia a frase "saída pela direita!" ou "saída pela esquerda!". O desenho estreou como segmento no show do Zé Colmeia (composto por 33 episódios ao longo de 2 temporadas, onde era o desenho do meio, com exceção do último episódio – um especial). No Brasil, este desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Globo, sendo que os últimos episódios, que tinham ficado inéditos no Brasil em TV aberta, foram exibidos pelo canal a cabo Cartoon Network com uma nova dublagem.
PATINHO DUQUE (Yakky Doodle) - 1960

O protagonista era um pequeno e inocente patinho que tinha como melhor amigo um cachorro buldogue chamado Chopper, que sempre o protegia de ser devorado por uma raposa cheia de artimanhas. Em alguns episódios, o Patinho Duque aparecia sozinho, sem o Chopper e a Raposa, e era perseguido por um jacaré gorducho chamado Alfie Gator, que foi inspirado no famoso escritor de estórias de suspense Alfred Hitchcock. Nesses episódios, o patinho sempre conseguia escapar por si mesmo das maneiras mais inusitadas. O desenho era exibido como segmento no show do Zé Colmeia (composto por 33 episódios ao longo de 2 temporadas, onde era o último dos 3 desenhos, com exceção do último episódio – um especial). No Brasil, este desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Globo, sendo que os últimos episódios, que tinham ficado inéditos no Brasil em TV aberta, foram exibidos pelo canal a cabo Cartoon Network com uma nova dublagem.
JOCA E DINGUE LINGUE (Hokey Wolf) - 1960
 
Joca era um lobo espertalhão que vivia inventando os mais variados truques para roubar galinhas ou ovelhas para comer, mas sempre levava a pior. Vivia em uma caverna na companhia de um pequeno lobinho chamado Dingue Lingue, que tinha no Joca um verdadeiro ídolo. O desenho estreou como segmento no segundo show do Dom Pixote, produzido em 1960, substituindo o desenho do Zé Colmeia, depois que o mesmo ganhou seu próprio show. Foram produzidos 29 episódios em 2 temporadas. No Brasil, este desenho foi exibido pela Tupi e Excelsior no final dos anos 1960 até o ano de 1970, tendo ficado totalmente desaparecido desde então, até ser reprisado a partir da década de 1990 pelo canal a cabo Cartoon Network, sendo que os últimos episódios, que tinham ficado inéditos no Brasil em TV aberta, também foram exibidos com uma nova dublagem. 
FLINTSTONES, OS (Flintstones, The) - 1960


Foi o primeiro desenho da Hanna-Barbera que teve como protagonistas personagens humanos, e teve um total de 164 episódios produzidos, divididos em 6 temporadas (entre 1960 e 1965) e com 4 aberturas diferentes. As estórias se passavam na Idade da Pedra e os protagonistas eram o Fred Flintstone (que trabalhava como operário em uma firma de construções) e sua jovem esposa Wilma. Fred era fanático por boliche e tinha como melhor amigo o seu vizinho, um baixinho loiro chamado Barney, que tinha uma esposa chamada Betty, a melhor amiga da Wilma. Viviam em uma cidade pré-histórica chamada Bedrock. Fred e Barney eram amigos, mas Fred vivia se aproveitando da ingenuidade do Barney para explorá-lo. Fred tinha um animal de estimação chamado Dino, que parecia uma mistura de um dinossauro com um cachorro. No primeiro episódio da quarta temporada, Wilma apareceu grávida, e poucos episódios depois, nasceu a pequena Pedrita, filha única do casal. No começo da quinta temporada, Barney e Betty encontraram um bebê que eles adotaram e lhe deram o nome de Bambam. O garotinho era superforte, podendo levantar dinossauros e mamutes sem nenhuma dificuldade. Depois, Bambam também ganhou um animal de estimação chamado Hoppy, que parecia uma mistura de um dinossauro com um canguru. Na última temporada, Fred e Barney ganharam um novo amigo, um homenzinho verde de outra dimensão chamado Gazoo, que só eles podiam ver e ouvir, e que vivia metendo os dois em encrencas. Vários atores e atrizes de grande sucesso na época fizeram participações especiais em alguns episódios do desenho, como o galã Tony Curtis (chamado de Stoney Curtis), a atriz e cantora Ann-Margret (chamada de Ann-Margrock), a atriz Elizabeth Montgomery e o ator Dick York (o casal Samantha e James Stevens da série de TV A Feiticeira, encarnando os mesmos personagens da série, porém vivendo na Idade da Pedra) e até um famoso apresentador de TV estadunidense chamado Ed Sullivan (chamado no desenho de Ed Sullistone). Os mesmos emprestavam suas vozes para as versões animadas deles próprios. Outra curiosidade que dava um grande toque de humor ao desenho eram os utensílios domésticos usados pelos personagens, que eram todos animais falantes que interagiam com seus donos. Nos Estados Unidos, o desenho foi exibido em horário nobre e as primeiras temporadas tiveram o patrocínio dos cigarros Winston, as do meio foram patrocinadas pela Alka-Seltzer e as últimas pela fábrica de sucos e geleias Welch, tendo sido produzidas diversas propagandas desses produtos com os personagens do desenho, todas elas inéditas na TV brasileira. No Brasil, este desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Globo. 
MANDA-CHUVA (Top Cat) - 1961

Foi o segundo desenho da Hanna-Barbera em que os episódios tinham mais de 20 minutos de duração, também patrocinado pelos cereais da marca Kellogg's Corn Flakes. As estórias se passavam em um beco no subúrbio de Nova Iorque, e o protagonista era um gato malandro chamado Manda-Chuva, que vivia atormentando a vida do Guarda Belo, que era responsável pela segurança na região. Manda-Chuva era o líder de uma turma de gatos, formada pelo gorducho Batatinha (um baixinho que era o mais inocente do grupo), Gênio (que de "gênio" não tinha nada, pois era o mais atrapalhado do grupo), Bacana (o "garanhão" da turma, que vivia tentando conquistar todas as gatinhas do pedaço), Xuxu (que era meio tímido com as garotas e uma espécie de braço-direito do Manda-Chuva) e Espeto (o caipira da turma). Com a dublagem em português feita pelo ator Lima Duarte, o Manda-Chuva ficou com o maior jeitão de um típico malandro carioca dos anos 1960, e o Espeto ganhou um notável sotaque nordestino. Foram produzidos 30 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Globo.
WALLY GATOR (Wally Gator) - 1962

Wally era um atrapalhado jacaré que morava em um jardim zoológico e vivia tentando fugir de lá, atormentando a vida do zelador do zoológico, um homem baixinho chamado Sr. Twiddle. O desenho era o primeiro de três desenhos exibidos em um bloco que se chamava The Hanna-Barbera New Cartoon Series, mas os mesmos não eram exibidos em sequência, cada desenho durava em torno de 5 minutos e eram exibidos entre uma programação e outra. Foram produzidos 52 episódios para este desenho. No Brasil, seu dublador foi também o ator Lima Duarte, e o desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Bandeirantes.
LÍPI, O LEÃO (Lippy the Lion and Hardy Har-Har) - 1962

Lípi era um alegre e bem-humorado leão andarilho que vivia em busca de um emprego, mas seu amigo inseparável era uma hiena pessimista com uma característica "cara de coitado", que só via o lado ruim das coisas. Seu nome era Hardy, e ficou famoso por sempre dizer a frase "Oh dia, oh azar, eu sabia que algo terrível ia acontecer!". O desenho era o segundo do bloco The Hanna-Barbera New Cartoon Series, composto de 52 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Bandeirantes.
TARTARUGA TUCHÊ, A (Touché Turtle and Dum Dum) - 1962

Tuchê era uma tartaruga espadachim que usava um chapéu de mosqueteiro e portava uma espada meio torta, sempre andando na companhia de um atrapalhado cachorro chamado Dundum. Sempre que alguém pedia seu auxílio, era através de um telefone que ele atendia dentro do seu próprio casco, e dizia seu grito de guerra "Viva Tuchê!" sempre que partia para alguma de suas missões. Tuchê enfrentava desde bandidos e feiticeiros até dragões e gorilas gigantes. O desenho era o terceiro e último do bloco The Hanna-Barbera New Cartoon Series, composto por 52 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior e Bandeirantes.
JETSONS, OS (Jetsons, The) - 1962

Foi o segundo desenho da Hanna-Barbera que foi exibido nos Estados Unidos em horário nobre, a princípio patrocinado pelo creme dental da marca Colgate. As estórias se passavam em um futuro distante, onde os prédios e as casas eram completamente diferentes, e ao invés de automóveis, havia veículos voadores que circulavam pelo céu. Os protagonistas eram a família Jetson, formada pelo patriarca George, sua esposa Jane, a filha adolescente Judy e Elroy, o filho caçula do casal. No segundo episódio eles compraram uma atrapalhada empregada-robô chamada Rosie, e no terceiro, Elroy levou para casa um enorme cão chamado Ástor, que após uma grande relutância de seu pai, acabou se tornando o animal de estimação da família. George Jetson trabalhava em uma empresa de computadores e tinha como patrão um baixinho sovina e arrogante chamado Senhor Spacely. Outros personagens eram o sarcástico rival de Spacely, chamado Senhor Cósmico, e o zelador do prédio futurista onde a família Jetson morava, um velhinho chamado Henry Órbita, que vivia às voltas com uma porção de invenções malucas. Foram produzidos 24 episódios nesta série original de 1962/63 (em 1984, uma nova série foi produzida). No Brasil, este desenho foi exibido pela Tupi, Excelsior, Bandeirantes e Record.
MAGUILA, O GORILA (Magilla Gorilla) - 1964

Maguila era um simpático gorila que passava os dias na vitrine de um pet-shop, sempre ao lado de um enorme cacho de bananas. Sr. Peebles, um homem baixinho que era o dono da loja, vivia tentando vendê-lo, mas ninguém queria comprar um gorila. Em um dos primeiros episódios, Maguila foi vendido por um centavo a uma garotinha chamada Oreu (que tinha esse apelido porque sempre dizia a frase "ora eu"), que se encantou por ele e o levou para a sua casa, mas os seus pais não a deixaram ficar com ele e o gorila acabou sendo devolvido para a loja. Depois disso, a garotinha começou a aparecer em outros episódios. Maguila vivia fugindo da loja e só metia o Sr. Peebles em confusão. Nos Estados Unidos, o show foi patrocinado pela fábrica de brinquedos Ideal (maior rival da Mattel na época) e a princípio teve como segmentos os desenhos "Bacamarte e Chumbinho" e "Ricochete e Blau-Blau" (depois, o segmento "Ricochete e Blau-Blau" foi substituído pelo desenho "Matraca e Fofoquinha"). Foram produzidos 31 episódios próprios. No Brasil, o desenho foi exibido pela Globo, Tupi, Bandeirantes e Record.
BACAMARTE E CHUMBINHO (Punkin’ Puss and Mushmouse) - 1964

O desenho trazia outra clássica perseguição de gato e rato, mas dessa vez as estórias se passavam na roça. Bacamarte era um gato caipira que vivia perseguindo um rato do campo chamado Chumbinho com sua espingarda, mas quase sempre levava a pior. O desenho era exibido como segmento do show "Maguila, o Gorila" (The Maguilla Gorilla Show). Foram produzidos 23 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo, Tupi, Bandeirantes e Record.
RICOCHETE E BLAU-BLAU (Ricochet Rabbit and Droop a Long) - 1964

O desenho se passava no Velho Oeste, com um estilo muito parecido com o do Pepe Legal, e tinha como protagonista um coelho xerife chamado Ricochete, que tinha como assistente um coiote muito molenga chamado Blau-Blau, que raramente aparecia sem seu enorme chapéu que lhe cobria os olhos. A grande vantagem do Coelho Ricochete era sua supervelocidade, que ele usava para prender os bandidos. Havia inclusive um episódio em que ele recebia a visita de um marciano que pedia ajuda porque seu planeta tinha sido dominado por um monstro, assim ele agarrava o Blau-Blau e o marciano pela mão e de um só salto conseguia chegar ao planeta Marte, onde ele enfrentava e derrotava o monstro. O personagem ficou conhecido pela frase "Xerife Bing Bing Biiiiiiing.... Coelho Ricochete!", e suas balas escondiam os mais variados truques, sempre surpreendendo e enervando os bandidos. O desenho estreou como segmento no show "Maguila, o Gorila" (The Maguilla Gorilla Show) e depois se mudou para o show do "Peter Potamus" (Peter Potamus and His Magic Flying Balloon). Foram produzidos 23 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo, Tupi, Bandeirantes e Record.
PETER POTAMUS E TICO MICO (Peter Potamus and So So) - 1964

Peter Potamus era um gordo e atrapalhado hipopótamo roxo que viajava pelo mundo a bordo de um pequeno balão dirigível na companhia de seu amigo inseparável, um simpático macaquinho chamado Tico Mico. Dentro do balão havia uma espécie de máquina do tempo e espaço, e todas as vezes que Peter ou Tico Mico giravam um ponteiro, eles eram lançados com o balão e tudo para algum diferente local em uma diferente época do planeta, onde eles viviam as mais variadas aventuras. Todas as vezes em que se metia em apuros, Peter Potamus usava sua "arma secreta" que ele chamava de "grito hipo-furacão", um berro supersônico que ele emitia e que lançava violentamente para longe tudo ou todos que estivessem na sua frente. Nos Estados Unidos, o show também teve o patrocínio dos brinquedos Ideal e exibia como segmentos os desenhos "Matraca Trica e Fofoquinha" (que depois foi substituído por "Ricochete e Blau-Blau") e "Mosquete, Mosquito e Moscardo". Foram produzidos 27 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo, Tupi, Bandeirantes e Record.
MATRACA TRICA E FOFOQUINHA (Breezly and Sneezly) - 1964

Matraca Trica era um urso polar que vivia no Alasca na companhia de seu amigo Fofoquinha, uma foca com chapéu e gravata de marinheiro que vivia resfriado e derrubava tudo que estivesse na sua volta com seus espirros. Eles viviam perto de uma base militar chamada Campo Gelo Seco, e o Matraca vivia infernizando a vida do Coronel Mandragão, líder da base, pois o urso vivia invadindo a base para roubar comida ou simplesmente para se divertir. O desenho estreou como segmento no show do Peter Potamus e depois se mudou para o show do Maguila, substituindo o desenho do Coelho Ricochete. Foram produzidos 23 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo, Tupi, Bandeirantes e Record.
MOSQUETE, MOSQUITO E MOSCARDO (Yippee, Yappee and Yahooey) - 1964

Mosquete, Mosquito e Moscardo eram três atrapalhados cachorros espadachins que trabalhavam como mosqueteiros no castelo de um rei baixinho, soberano de uma pequena nação nos tempos medievais. Sempre que o rei precisava de algo, chamava seus três mosqueteiros, mas eles só o metiam em encrenca. Havia uma pequena semelhança entre esses personagens com os famosos Três Patetas, sendo que Mosquete lembrava o pateta Moe (exercendo o papel de líder), Mosquito lembrava o pateta Larry e Moscardo lembrava o pateta Curly, pois era o mais atrapalhado de todos. O desenho era exibido como segmento no show do Peter Potamus. Foram produzidos 23 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo, Tupi, Bandeirantes e Record.
JONNY QUEST (Jonny Quest) - 1964

Foi o primeiro desenho de aventura que a Hanna-Barbera produziu, totalmente voltado para o público juvenil. O desenho era sério (totalmente diferente dos que o estúdio já havia produzido até então) e os protagonistas eram um famoso cientista chamado Doutor Quest, que viajava pelo mundo na companhia de seu filho adolescente Jonny Quest e do guarda-costas Roger "Race" Bannon, além do cachorrinho Bandit (o pouco humor que havia na série ficava por conta desse personagem). No segundo episódio, durante uma viagem à Índia, o Dr. Quest teve sua vida salva por um jovem indiano, um humilde encantador de serpentes chamado Hadji (que provavelmente foi inspirado no ator juvenil Sabu, que fez um grande sucesso no cinema durante a década de 1940) e acabou adotando o menino, que se tornou um amigo inseparável do Jonny Quest. No decorrer dos episódios, eles viajavam por todo o mundo, enfrentando desde cientistas malucos que queriam dominar o mundo até as mais bizarras criaturas, como monstros marinhos e criaturas pré-históricas. Nos Estados Unidos, o desenho teve o patrocínio dos calçados P. F. Flyers e foi o último desenho que a Hanna-Barbera produziu antes de se tornar um estúdio independente, quando ainda era uma divisão da Screen Gems, que por sua vez já era uma divisão especializada em produções feitas para a TV do estúdio de cinema Columbia Pictures. Foram produzidos 26 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo, Tupi, Bandeirantes e Record.
ZÉ COLMEIA, O URSO AMIGO (Hey There, It's Yogi Bear) - 1964

Foi o primeiro longa-metragem produzido pela Hanna-Barbera, uma produção feita para o cinema, ainda em conjunto com a Columbia Pictures. A estória começava quando chegou a primavera no parque Jellystone, o atrapalhado urso Zé Colmeia acordou e começou a roubar um monte de cestas de piquenique dos turistas. Farto das trapalhadas do urso, o Guarda Smith decidiu mandá-lo para o jardim zoológico de San Diego, mas Zé Colmeia aprontou uma travessura e acabou conseguindo que outro urso fosse em seu lugar. Triste por causa da suposta partida do seu amado, a meiga ursinha Cindy (que apareceu no filme completamente diferente de como era no show de 1960, com uma aparência muito mais feminina, parecendo uma outra personagem) decidiu roubar cestas de piquenique no parque para que o guarda a mandasse para junto do Zé Colmeia, mas não havia mais vagas para ursos no zoológico de San Diego e ela acabou sendo mandada para o zoológico de St. Louis. O pequeno urso Catatau, quando descobriu que seu inseparável amigo Zé Colmeia ainda estava no parque, contou a ele sobre a partida de Cindy e os dois embarcaram em uma longa viagem pelo país para resgatarem Cindy que, durante um acidente em que a jaula onde ela estava caiu em uma floresta, foi aprisionada por dois homens inescrupulosos chamados Grifter e Snively com seu feroz cachorro Mugger (muito parecido com o cão Muttley, personagem que a Hanna-Barbera criaria quatro anos depois), que a obrigaram a atuar contra sua vontade como artista de circo. Quando Zé Colmeia e Catatau conseguiram resgatar Cindy, o trio precisou enfrentar novos perigos para conseguirem retornar ao parque. No Brasil, este longa-metragem era exibido pela Globo, geralmente nas manhãs de domingo.
FORMIGA ATÔMICA, A (Atom Ant) - 1965

O protagonista era uma corajosa formiga que possuía enormes poderes e trabalhava para a polícia como super-herói. Além de poder voar e possuir supervelocidade, a Formiga Atômica era dotada de uma superforça descomunal, além de enorme resistência física, podendo voar pelo céu enquanto carregava um edifício inteirinho cheio de gente dentro. O herói era praticamente invencível, vestia um blusão com uma letra "A" estampada e usava um capacete com dois orifícios por onde passavam as anteninhas. Vivia em um laboratório secreto que ficava escondido dentro de um formigueiro, e lá dentro ele tinha um aparelho com um visor onde ele podia saber sempre que havia algum problema em qualquer lugar do mundo. Sempre que partia para alguma aventura, ele dava o seu grito de guerra "Lá vai a triônica, Formiga Atômica!", e enfrentava desde bandidos e cientistas malucos até dinossauros e gorilas gigantes que invadiam as cidades. O show da Formiga Atômica (The Atom Ant Show) tinha como segmentos os desenhos "O Xodó da Vovó" e "Zé Buscapé" e era exibido em um bloco de uma hora com o show "O Esquilo Sem Grilo" (The Secret Squirrel Show), tendo sido as duas primeiras produções totalmente independentes da Hanna-Barbera, depois que o estúdio se desvinculou da Screen Gems. Foram produzidos 26 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo e pela Bandeirantes.
XODÓ DA VOVÓ, O (Precious Pupp) - 1965

O protagonista era um cachorro chamado Precioso, que vivia em uma casa sozinho com sua dona, uma simpática e solitária velhinha chamada Vovó Dulcina. Precioso foi o primeiro cão da Hanna-Barbera com aquela famosa "risadinha canina", que mais tarde foi copiada pelo Muttley e pelo Rabugento. A Vovó Dulcina achava que o Precioso era um cãozinho meigo e gentil, mas ele só era bonzinho com a Dona, porque vivia aprontando as maiores traquinagens com todas as pessoas que ele não gostava. O desenho era exibido como segmento do show "A Formiga Atômica" (The Atom Ant Show). Foram produzidos 26 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo e pela Bandeirantes.
ZÉ BUSCAPÉ (Hillbilly Bears, The) - 1965

Os personagens foram inspirados na Família Buscapé original, criada por um desenhista de histórias em quadrinhos chamado Al Capp nos anos 1940, mas no desenho, os personagens eram uma família de ursos que viviam em uma casinha na roça. Zé Buscapé era o pai, um urso rabugento que quase não falava, só resmungava e dormia quase o dia inteiro em sua rede, agarrado à sua inseparável espingarda. O "homem da casa" era sua esposa, uma ursa caipira chamada Bié, que fumava cachimbo, usava um lenço na cabeça e vivia dando ordens ao marido. O casal tinha uma filha adolescente chamada Florzinha (uma típica garota caipira) e um filho caçula chamado Chapeuzinho, que tinha no pai um verdadeiro ídolo. Florzinha namorava um urso bobalhão chamado Clodorêncio, filho de um urso que era vizinho e inimigo jurado do Zé Buscapé, por causa de uma antiga briga de família. O desenho também era exibido como segmento do show "A Formiga Atômica" (The Atom Ant Show). Foram produzidos 26 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo e pela Bandeirantes.
ESQUILO SEM GRILO, O (Secret Squirrel) - 1965

O Esquilo Secreto era um superagente que trabalhava para o governo. Vestia um sobretudo, no qual ele escondia vários tipos de armas e equipamentos tecnológicos de última geração, e usava um chapéu caído sobre os olhos. Tinha como assistente uma toupeira chamada Moleza, que era baixinho, usava óculos, um turbante turco e seu modo de falar fazia lembrar muito o do ator britânico Peter Lorre. O Esquilo Secreto possuía uma maleta que podia ser transformada em um belo carro vermelho ou em um sofisticado veículo que voava pelo céu. Viajavam pelo mundo enfrentando bandidos e espiões de todos os tipos, e o principal vilão da série era um bandido chamado Amarelo Rosado. O show era exibido em um bloco de uma hora junto com o show "A Formiga Atômica" (The Atom Ant/Secret Squirrel Show) e tinha como segmentos os desenhos "Lula Lelé" e "A Feiticeira Faceira". Foram produzidos 26 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo e pela Bandeirantes.
LULA LELÉ (Squiddly Diddly) - 1965

O protagonista era uma simpática lula de dois braços e quatro pernas (que também podiam ser usadas como braços), com roupa e chapéu de marinheiro, que vivia em um circo aquático chamado Borbulhândia, gerenciado por um velho marinheiro chamado simplesmente de Capitão. A Lula Lelé costumava passar o dia em seu tanque d'água, mas vivia arranjando confusão e sempre metia o Capitão nas mais variadas encrencas. O desenho era exibido como segmento do show "O Esquilo Sem Grilo". Foram produzidos 26 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo e pela Bandeirantes.
FEITICEIRA FACEIRA, A (Winsome Witch) - 1965

O desenho tinha como protagonista uma simpática bruxinha ruiva e gorducha chamada Vassourinha, que viajava pelo mundo em sua inseparável vassoura voadora, a qual ela chamava de Piaçava. Vivia praticando boas ações, como salvar os animais do bosque de serem caçados por um caçador malvado ou salvar a Chapeuzinho Vermelho de um lobo mau. Possuía uma varinha mágica e ao pronunciar as palavras "Hípiti, Bíbiti, Pow!", podia fazer as mais variadas mágicas. O desenho também era exibido como segmento do show "O Esquilo Sem Grilo". Foram produzidos 26 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo e pela Bandeirantes.
SINBAD JR. (Sinbad Jr.) - 1965

Sinbad Jr. era um jovem e corajoso marinheiro que navegava pelos sete mares na companhia de seu papagaio falante que se chamava Calado. Sinbad possuía um cinto mágico, e todas as vezes que ele puxava a fivela do cinto, se transformava em um homem superforte. Com essa "arma secreta", ele enfrentava desde bandidos e cientistas malucos criadores de monstros que aterrorizavam cidades até gorilas gigantes e homens das cavernas que prendiam mocinhas indefesas. Foi a segunda versão do personagem, sendo que a primeira tinha sido produzida pelo estúdio Sam Singer no começo do mesmo ano. Foram produzidos 78 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Tupi.
GORDO E O MAGRO, O (Laurel and Hardy) - 1966

Este desenho foi uma versão animada dos antigos filmes em preto e branco com os atores e comediantes Oliver Hardy e Stan Laurel, falecidos em 1957 e 1965, respectivamente. A dupla de comediantes havia feito muito sucesso nas décadas de 1930 e 1940 com filmes exibidos nos cinemas. Os filmes foram produzidos pela Wolper Productions e dirigidos por Hal Roach. Os direitos autorais da dupla tinham sido adquiridos pela Larry Harmon Pictures, muito provavelmente para a exibição na TV, mídia então recém-chegada, assim a Hanna-Barbera adquiriu os direitos autorais para a produção da versão animada, tendo a Larry Harmon Pictures também participado do processo de animação, tendo sido, portanto, uma coprodução entre os dois estúdios. O próprio Larry Harmon deu voz ao Magro (Stan Laurel) na versão original. Foram produzidos 156 episódios com cerca de 5 minutos cada. No Brasil, este desenho foi exibido pela Tupi e pela Bandeirantes.
IMPOSSÍVEIS, OS (Impossibles, The) - 1966

Os protagonistas eram três rapazes que tocavam em uma banda de ‘Iê-iê-iê’ chamada Os Impossíveis, formada por um rapaz baixinho, loiro e gorducho chamado Coil, um rapaz de cabelos pretos chamado Fluido e um rapaz ruivo com os cabelos jogados sobre os olhos que se chamava Multi. Sempre que aparecia algum bandido na cidade, os três jovens guitarristas se transformavam em três diferentes super-heróis chamados Os Impossíveis, uma equipe formada por Coil, o Homem-Mola (que além de ser super-resistente, possuía molas no lugar dos braços e das pernas, podendo esticar seu corpo e também se transformar em diferentes objetos feitos de metal), Homem-Fluido (que usava uma roupa de mergulhador e podia se transformar em qualquer tipo de líquido ou gás) e Multi-Homem (que possuía um escudo e podia criar inúmeras duplicatas de si próprio, enganando sempre os bandidos, que geralmente conseguiam atingir todas as duplicatas, mas nunca o Multi-Homem original). Os heróis enfrentavam vilões dos mais variados tipos, desde bandidos com poderes de aranha ou com armas de raio congelante até um vilão feito de peças de um quebra-cabeças e outro inteiramente feito de papel. A cena da transformação dos rapazes em super-heróis nunca era mostrada, havendo apenas um efeito psicodélico que aparecia na tela e logo em seguida eles já apareciam transformados. Nunca foi explicada a origem dos poderes do trio e os heróis viajavam em um veículo chamado Impossi-Móvel ou Impossi-Jato, que podia andar em terra ou voar pelo céu. Sempre que aparecia algum vilão na cidade, o Homem-Mola era avisado pelo chefe dos rapazes, um agente do governo chamado Big D, que se comunicava com eles através de uma tela que ficava escondida na guitarra de Coil. Sempre que entravam em ação, os Impossíveis davam o seu grito de guerra, que era "Vamos nós, e não vamos sós!". O desenho era exibido junto com o do robô Frankenstein Jr. no antigo "formato sanduíche", frequentemente usado na época por diversos estúdios, em que era exibido um episódio do Frankenstein Jr. entre dois dos Impossíveis (o título original do show era Frankenstein Jr. & Os Impossíveis/Frankenstein Jr. & The Impossibles). Foram produzidos 36 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo, Tupi, Bandeirantes e Manchete.
FRANKENSTEIN JR. (Frankenstein Jr.) - 1966

Os protagonistas eram um famoso cientista chamado professor Conroy e seu filho, um garoto chamado Bob, que era um gênio da ciência. Os dois viviam em um laboratório secreto que ficava situado no alto de uma montanha, e possuíam uma verdadeira arma secreta contra o crime: um gigantesco robô chamado Frankenstein Jr., que havia sido construído pelo Bob, e que o menino controlava através de seu anel-radar. Frankenstein Jr. (ou Frank, como Bob o chamava), passava a maior parte do tempo em estado letárgico, dentro de um compartimento secreto do laboratório. Quando surgia algum vilão na cidade (geralmente era um cientista maluco que queria dominar o mundo, e para isso criava monstros gigantescos, ou então seres alienígenas), Bob usava seu anel para abrir o compartimento e ativar o Frankenstein Jr., atingindo sua antena com um raio emitido pelo anel. Frank então adquiria vida própria, e saía voando pelo céu com Bob em seu ombro para enfrentar os bandidos. Bob usava seu anel para ativar os mais variados tipos de armas que ficavam escondidas dentro do robô, que sempre levava a melhor sobre os vilões. O desenho era exibido entre dois episódios de “Os Impossíveis” no show Frankenstein Jr. & Os Impossíveis (Frankenstein Jr. & The Impossibles). Foram produzidos 18 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo, Tupi, Bandeirantes e Manchete.
BRASINHAS DO ESPAÇO, OS (Space Kidettes, The) - 1966

Os Brasinhas do Espaço eram um grupo formado por quatro crianças astronautas que viviam em um clube infantil que ficava situado em um pequeno planeta desabitado. Podiam voar pelo espaço graças a um foguete preso em suas costas, e também possuíam uma pequena nave espacial que mais parecia um brinquedo caindo aos pedaços. Os integrantes do grupo eram o líder Escoteiro (o mais velho dos garotos, que usava um capacete que lhe cobria os olhos), Jenny (uma garotinha loira de cabelos encaracolados, a única menina do grupo), Sábio (um garotinho de óculos que era o "cérebro" do grupo) e Xereta (o baixinho do grupo, o mais novo dos Brasinhas, que tinha os cabelos cobrindo os olhos e possuía um cãozinho chamado Estrelinha, mascote do grupo). O principal vilão da série era um malvado pirata espacial chamado Capitão Gancho (que não tinha nada a ver com o Capitão Gancho que era inimigo do Peter Pan; esse tinha as duas mãos, era gordo e tinha uma espessa barba ruiva) e seu assistente, um baixinho bigodudo chamado Estática, que só fazia besteiras e vivia apanhando do Capitão Gancho, que perseguia os Brasinhas porque queria tomar um mapa do tesouro que eles possuíam. Foram produzidos 20 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Tupi, Bandeirantes e Manchete.
SPACE GHOST (Space Ghost) - 1966

Space Ghost era um super-herói intergalático que vivia em um distante planeta desabitado chamado Planeta Fantasma, na companhia de um jovem casal de gêmeos que se chamavam Jace e Jan, e possuíam um divertido macaquinho que se chamava Blip. Viajavam pelo espaço em uma nave chamada Cruzador Fantasma, e enfrentavam vilões alienígenas dos mais variados tipos. Space Ghost usava uma máscara (seu rosto nunca apareceu em nenhum episódio, e Jan, Jace e Blip também usavam uma meia-máscara ao estilo do Zorro) e uma capa, mas parecia que seu dom de voar era natural (Jan, Jace e Blip podiam voar por causa de um foguete preso em suas costas). Os quatro usavam um cinto que lhes dava o poder de ficar invisíveis, e Space Ghost possuía um par de braceletes que lhe davam o poder de disparar poderosas rajadas de energia contra os inimigos e criar campos de força. A origem dos personagens e de seus poderes nunca foi revelada em nenhum episódio (como eram humanos, provavelmente eram de origem terráquea) e os principais vilões da série eram os alienígenas Methalus (um estranho ser todo feito de metal), Rei das Feras (um ser alienígena verde e baixinho que comandava gigantescas feras espaciais), Viúva Negra (uma perversa mulher com poderes de aranha), Brak (um malvado pirata espacial com uma estranha aparência), Zorak (uma espécie de "louva-a-deus" gigante) e Moltar (um vilão mascarado que controlava os vulcões). O desenho era exibido junto com o do Dino Boy, em um show que exibia um episódio do Dino Boy entre dois do Space Ghost, no antigo "formato sanduíche". O título original do show era Space Ghost & Dino Boy. Foram produzidos 42 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo, Tupi, Bandeirantes e Manchete.
DINO BOY (Dino Boy) - 1966

A estória começava quando um garoto saltava de paraquedas de um avião em chamas e caía em uma misteriosa selva pré-histórica, cheia de dinossauros e outras criaturas dadas pelo mundo como extintas. Quando um tigre de dentes de sabre o atacou, o menino foi salvo por um musculoso homem das cavernas chamado Ugh, que se tornou um amigo inseparável e protetor do menino, a quem ele passou a chamar de Dino Boy (seu verdadeiro nome nunca foi revelado em nenhum episódio). Os dois se juntaram a um pequeno e simpático brontossauro chamado Bronty, que se tornou o animal de estimação da dupla e sempre os transportava em suas costas. Em suas aventuras, o trio enfrentava as feras pré-históricas do Vale Perdido, bem como tribos hostis de pigmeus, homens-lobo, formigas humanoides, além de se aventurarem para salvar humanos da escravidão ou para devolver um pequeno órfão perdido ao seu povo. O desenho era exibido entre dois episódios do Space Ghost. Foram produzidos 18 episódios. No Brasil, este desenho foi exibido pela Globo, Tupi, Bandeirantes e Manchete.
HOMEM CHAMADO FLINTSTONE, O (The Man Called Flintstone) - 1966

Foi o segundo longa-metragem da Hanna-Barbera feito para o cinema, e também o primeiro especial com os famosos Flintstones, personagens de grande sucesso da Hanna-Barbera. A última temporada da série foi ao ar em 1965 e o longa foi lançado como uma comemoração pelo grande sucesso da série. A estória começava quando Fred e Wilma viajavam de férias com sua filhinha Pedrita, e convidavam o Barney e a Betty com seu filhinho Bambam. Eles se hospedavam em um hotel próximo à praia, mas bem naquela cidade havia um sósia do Fred Flintstone, que trabalhava como agente secreto do governo, e estava sendo perseguido por uma quadrilha de bandidos, levou uma tremenda surra deles e precisou ficar hospitalizado. Seu chefe logo descobriu que Fred Flintstone era idêntico ao agente e conseguiram convencê-lo a atuar como agente-secreto em seu lugar, mas ele acabou arranjando uma série de confusões, embora tivesse conseguido cumprir sua missão no final. No Brasil, este longa-metragem era exibido pela Globo, geralmente nas manhãs de domingo.
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS (Alice in Wonderland or What's a Nice Kid Like You Doing in a Place Like This?) - 1966

Foi o primeiro especial de TV que a Hanna-Barbera produziu, adaptado do famoso conto infantil escrito por Lewis Carroll. Foi uma produção do comediante Bill Dana para a Hanna-Barbera, patrocinado pela Coca-Cola e pelas pílulas Rexall. Nessa nova versão, Alice era uma típica garotinha da década de 1960 que bateu com a cabeça ao tentar impedir uma travessura do seu cachorrinho Fluff, e depois passou através da tela de um aparelho de TV para pegar seu cãozinho, que tinha desaparecido ao passar através da tela. Assim, Alice e Fluff caíram no mundo mágico do País das Maravilhas, e durante toda a aventura ela encontrou cada personagem mais louco que o outro, enquanto tentava encontrar seu cachorrinho, entre eles o Coelho Branco, o Gato Risonho (cuja voz na versão original foi feita pelo ator e cantor afrodescendente Sammy Davis Jr.), o Chapeleiro Louco e a Lebre Maluca, a Lagarta Falante de Duas Cabeças (uma aparição dos famosos personagens Fred Flintstone e Barney Rubble, que apareceram fantasiados de lagarta), o covarde Cavaleiro Branco (personagem criado exclusivamente para o desenho, que era uma versão animada do próprio Bill Dana), o Rei de Copas com a Rainha de Copas (dublada pela atriz Zsa Zsa Gabor) e o ovo falante Humphrey Dumpty, cujo modo de falar fazia lembrar o do ator Humphrey Boggard. No final, Alice era condenada injustamente pela Rainha de Copas a 99 anos de prisão por ter tentado furtar algumas tortinhas de morango, mas conseguia fugir com a ajuda do Coelho Branco e de Humphrey Dumpty. No final surpreendente, quando ela retornava para a sua casa, Alice havia esquecido seu cãozinho Fluff para trás, mas todos os personagens que ela havia encontrado durante a aventura passaram através da tela da TV e surgiram em sua casa, para levarem o cãozinho de volta para ela. No Brasil, este longa-metragem era exibido pela Globo.
JACK E OS FEIJÕES MÁGICOS (Jack and the Beanstalk) - 1967

Protagonizado pelo famoso ator Gene Kelly, foi o segundo longa-metragem da Hanna-Barbera feito para a TV e também a primeira produção do estúdio que misturou animação com atores de carne-e-osso, no antigo processo de animação Chroma-Key. A estória começava no "mundo real", quando um pobre garotinho chamado Jack (interpretado pelo ator-mirim Bobby Riha) trocava sua vaca por alguns feijões que lhe foram entregues por um mascate chamado Jeremias (interpretado pelo ator Gene Kelly). Quando Jack voltou para casa, sua mãe viúva (interpretada pela atriz Marian McKnight) ficou triste ao ver que seu filhinho fora enganado, mas quando ele atirou os feijões no quintal, começou a crescer um enorme pé de feijão que cresceu até atingir as nuvens. No dia seguinte, Jeremias apareceu na casa de Jack para ver se os feijões mágicos que ele lhe dera tinham brotado como ele esperava, e ele e Jack começaram a escalar o pé de feijão, subindo até uma misteriosa ilha flutuante onde havia um gigantesco castelo. Lá dentro, Jack e Jeremias encontraram uma linda princesa chamada Serena, que tinha sido transformada em uma harpa de ouro por um malvado gigante, Jeremias se apaixonou por ela e pretendia salvá-la, mas antes ele e Jack teriam que passar pelo perigoso gigante para conseguirem escapar do castelo. Com a ajuda de um exército de ratinhos falantes, Jack e Jeremias finalmente conseguiram resgatar a princesa e uma gansa gigante que botava ovos de ouro. A princesa tinha voltado ao normal após ter sido beijada por Jeremias, e retornou ao seu mundo mágico montada nas costas da gansa, mas quando Jack e Jeremias retornaram à casa de Jack, o gigante os seguiu; assim, Jeremias cortou o pé de feijão com um machado e o gigante se esborrachou no chão, causando um estrondo que fez com que todas as moedas de ouro que ele tinha em seu castelo nas nuvens caíssem sobre a terra, enriquecendo Jack e Jeremias. No final, Jeremias conhecia a mãe de Jack, que também se chamava Serena e era muito parecida com a princesa, dando a entender que os dois ficariam juntos. No Brasil, este longa-metragem era exibido pela Globo.
ABBOTT E COSTELLO (Abbott and Costello) - 1967

Foi uma versão animada da famosa dupla Bud Abbott & Lou Costello, que fez grande sucesso no cinema durante as décadas de 1940 e 1950. As aventuras da dupla eram bem variadas, desde serem encolhidos por um cientista biruta e mandados ao mundo dos micróbios dentro de um microscópio ou serem transportados a uma outra dimensão durante um festival de mágica. O desenho foi uma produção conjunta da Hanna-Barbera com o então decadente estúdio de cinema RKO Radio Pictures, que em sua era de ouro havia produzido a maioria dos filmes com a dupla. Foram produzidos 155 episódios de 6 minutos cada. No Brasil, este desenho foi exibido somente pela Tupi.
HERCULOIDES, OS (Herculoids, The) - 1967